
Como já é tradição, o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, encerrou a sétima edição da Web Summit em Lisboa esbanjando simpatia e sendo aplaudido em pé. Ao lado de Paddy Cosgrave, CEO da conferência, o político citou cinco desafios para 2023. Segundo ele, a comunidade tecnológica pode dar a sua contribuição para a paz mundial, a reconstrução da Ucrânia, o restabelecimento das economias afetadas pela inflação, acelerar a transição energética e, sem esquecer, do combate às mudanças climáticas.
“Precisamos da digitalização, que faz a diferença e muda não só as nossas vidas, mas também as das próximas gerações. A digitalização pode nos ajudar a mudar o mundo”, disse. No palco, Marcelo, que sucedeu o linguista Noam Chomsky (o qual participou do evento por videochamada, para falar sobre as grandes mentiras da Inteligência Artificial), arrancou risos ao dizer que se sentia jovem comparado com o filósofo e sociólogo americano. Chomsky está prestes a completar 94 anos e Marcelo, 74.
Terceira maior delegação da Web Summit, os brasileiros também voltaram a ser mencionados no evento. O presidente de Portugal garantiu que irá ao Rio de Janeiro, em maio, para a edição sul-americana da conferência e pediu: “façam a segunda, a terceira edição, mas voltem, venham a Lisboa.”
Com o apoio do canal Markket e da agência Euro, as jornalistas Cleidi Pereira e Márcia Christofoli, ao lado do social media Felipe Ramires, trabalham em uma cobertura especial da Web Summit. Realizado em Lisboa, Portugal, o evento de Inovação e Tecnologia, que neste ano recebe mais de 250 palestrantes e 70 mil participantes, acontece de 1° a 4 de novembro.

