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Representantes do Audiovisual gaúcho pedem ajuda em carta aberta

Documento foi apresentado ao público no ‘Encontro Sindicato do Audiovisual: Ação de Retomada’

Por meio de uma carta aberta, representantes do setor Audiovisual do Rio Grande do Sul vieram a público evidenciar o processo de reconstrução após as enchentes que atingiram o Estado no ano passado. O documento foi divulgado na última quarta-feira, 26, durante o ‘Encontro Sindicato do Audiovisual: Ação de Retomada’, que aconteceu na Cinemateca Capitólio (rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro). O objetivo da ação é sensibilizar e conscientizar os gestores públicos das esferas federal, estadual e municipal, bem como a sociedade, sobre o processo de retomada das atividades.

O texto pede melhorias nos mecanismos de apoio ao Audiovisual como a Linha de Crédito Emergencial RS e os Arranjos Regionais do Fundo Setorial do Audiovisual. O documento, conta com assinatura da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (Accirs), Associação Profissional dos Técnicos Cinematográficos do Rio Grande do Sul (APTC/RS), Fundação Cinema do Rio Grande do Sul  (Fundacine-RS) e Sindicato da Indústria Audiovisual do Rio Grande do Sul (Siav/RS).

Iniciativas previstas

A carta aborda iniciativas do Ministério da Cultura, Agência Nacional do Cinema (Ancine), Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), Netflix, e outros, de apoio aos profissionais afetados no ano passado. Segundo o documento, torna-se fundamental que o Governo Federal considere investir recursos compatíveis com esse caixa (12 milhões de reais) do Estado, entendendo que 48 milhões de reais seria o adequado, já que essa linha tem base na conjugação de investimentos estaduais e federais.

O texto considera a prorrogação da Linha de Crédito Emergencial RS até dezembro de 2025 uma oportunidade importante para o número de empresas atingidas que não conseguiram se beneficiar em 2024. “Unindo estes dois pontos, e considerando que dos 75 milhões de reais anunciados, apenas seis milhões foram realmente contratados na Linha Emergencial em 2024, apontamos um cenário favorável de necessária e urgente negociação com o Governo Federal”, escrito no texto.

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