A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) divulgou, nesta semana, os seis resumos expandidos selecionados para apresentação no IX Seminário de Pesquisa em Jornalismo Investigativo. Entre os escolhidos, está o trabalho ‘Fact-checking no Brasil: quem são, como trabalham e o que pensam os verificadores brasileiros sobre sua prática profissional’, da gaúcha Taís Seibt. Professora da graduação em Jornalismo da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), ela é a criadora da iniciativa Afonte Jornalismo de Dados.
O processo de seleção foi feito por um comitê de três pareceristas, reconhecidos em suas respectivas áreas de atuação, de diferentes regiões do Brasil e da Europa. Para garantir maior isonomia, as avaliações foram realizadas às cegas. Além disso, com o objetivo de estimular que mais pesquisadores compartilhem seus estudos em andamento, a Abraji deixou de exigir a elaboração do artigo completo.
A ideia é possibilitar que as pessoas selecionadas aproveitem o estudo completo em outros eventos. O seminário de pesquisa é integrado à programação on-line e gratuita do 17º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Abraji. Desse modo, as apresentações dos resumos expandidos acontecerão em 3 e 4 de agosto, das 16h30 às 18h.
Taís Seibt
Jornalista, além de docente na Unisinos, Taís Seibt é professora do MBA em Jornalismo de Dados do Instituto de Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e oferece cursos de extensão na Faculdade Cásper Líbero. Na instituição de ensino gaúcha, está à frente do Desafio Nuvem de Educação Midiática e, no IDP, é uma das coordenadoras do Núcleo de Estudos em Jornalismo de Dados e Computacional (DataJor). Além disso, é colaboradora da agência Fiquem Sabendo, especializada na Lei de Acesso à Informação (LAI).
Desde 2004, passou por assessorias de imprensa e veículos de mídia, como o jornal Zero Hora, além de assinar trabalhos como freelancer para O Estado de S. Paulo, O Globo, BBC Brasil, The Intercept e Agência Pública. Em 2008, recebeu o troféu especial de Contribuição à Imprensa da Associação Riograndense de Imprensa (ARI) e o 2º lugar na categoria Rádio do Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo. Em 2020, conquistou o 2º lugar no Prêmio Jornalismo Mosca, da Livre.Jor e, em 2021, foi finalista do Prêmio Cláudio Abramo de Jornalismo de Dados e 3º lugar na categoria Online do Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo.
