Os 120 profissionais credenciados para a cobertura de imprensa da visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Porto Alegre no fim de semana saíram descontentes – alguns até indignados – com o tratamento recebido por parte da assessoria presidencial. Durante a visita às instalações da indústria Tevah, no sábado, os profissionais foram confinados em um brete do qual não podiam se afastar. Logo após o discurso do presidente Lula foram retirados do ambiente, sem direito a participar do almoço. Alguns poucos jornalistas convidados para o almoço – e que não estavam a trabalho – mostravam-se visivelmente contrariados com a situação criada. Ao mesmo tempo, houve comunicadores que, mesmo convidados, não compareceram, casos de Rogério Mendelski e Paulo Santana, cujos nomes estavam inutilmente registrados em cartazetes afixados em uma mesa.

