Terra FM, de Venâncio Aires, celebra aniversário com novo estúdio

Estúdio Terra FM - Divulgação

No último dia 12 de dezembro, a Terra FM, de Venâncio Aires, completou 33 anos de história em uma nova estrutura, que marca a integração das equipes de trabalho do jornal Folha do Mate e da emissora no mesmo espaço. A rádio opera no novo estúdio desde 17 de novembro, agora instalada junto à recepção do jornal. 

O diretor administrativo dos dois veículos de comunicação, Ricardo Silberschlag, destaca que o novo estúdio é uma proposta inovadora. "Venâncio agora conta com um dos melhores estúdios do Rio Grande do Sul. A entrega da precisão acústica para os ouvintes é de excelente qualidade", celebra e completa: "Queremos evoluir tanto em negociação com os clientes quanto no aprofundamento dos conteúdos trabalhados nas diferentes plataformas. Gerar ainda mais debate com a comunidade, com entrega de conteúdo de qualidade em diferentes plataformas".

O projeto do novo estúdio é da arquiteta e urbanista Cláudia Heinen Silberschlag e o planejamento acústico é do arquiteto e mestre em Engenharia Acústica Luciano Nabinger. Segundo ele, a estrutura conta com precisão acústica internacional e foram levados em conta vários parâmetros acústicos para certificação. "Poucas empresas têm o zelo de realizar o estudo acústico com um profissional de ponta e formação e experiência específica nesta área de conhecimento", informa.

Nabinger declara que a Terra FM tem uma estrutura de ponta. "O estúdio anterior tinha sido construído sem cálculos de condicionamento e isolamento acústico, o que na prática podia resultar em uma perda de inteligibilidade da palavra por parte do ouvinte, que ocorre pela escuta clara das vogais e dificuldade de clareza no entendimento das consoantes", explica.

Sobre o vidro duplo da estrutura, explica que está relacionado com o isolamento acústico. O sistema é chamado de massa x mola x massa. No modelo, materiais de alta densidade são intercalados com materiais de baixa densidade e novamente de alta densidade. "O percurso do som faz com que ele perca energia ao mudar seu meio de transmissão de um material 'duro' para um material 'mole'. O som tem que se reorganizar para vencer o novo meio de transmissão, assim perde muita energia e impede o som de entrar ou sair da sala", completa.

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