
Os dois anos de pandemia revelaram muitos famosos e políticos que fazem parte de movimentos anti vacinas e, ainda, contra as medidas de prevenção à COVID-19.
Apesar dos posicionamentos, algumas dessas personalidades foram infectadas pela doença e até perderam a vida. Um dos casos mais chocantes ocorreu neste mês. Uma cantora tcheca se contaminou propositalmente com o objetivo de ter “passe livre” sem se vacinar. Ela acabou morta.
E outro aqui no Brasil é o caso da atriz Elizângela, que se recupera da doença após criticar a vacinação obrigatória. De que adiantou por toda a sua carreira de atriz, fazer papéis de mocinha boazinha e íntegra em novelas, como foi seu papel como mãe de Bibi, a perigosa (Juliana Paes) em “A Força do Querer”. Plagiando a novela, agora Elizangela faz a Força do Querer em se f*, pois negando tomar a vacina, quase morreu e hoje está em casa respirando com aparelho de oxigênio.
Como ela, muitos outros ainda tentam derrubar a única solução para o término ou pelo menos o alívio da pandemia. Ontem mesmo dois carros de som em Novo Hamburgo gritavam em alto e bom som para não aplicar vacinas nas crianças. O Jornal Nacional na edição de ontem precisou dedicar mais da metade de sua duração para ainda em pleno Janeiro de 2022 instruir e educar toda a população que as vacinas salvam. Que povo difícil esse mundo negacionista e que ainda criticam e ainda debocham das pessoas que se vacinam.
O movimento antivacina traz consequências de saúde, sendo a vacinação um importante meio de prevenção de doenças e os profissionais de saúde e autoridades de saúde são fundamentais na disseminação de notícias fidedignas e educacionais acerca das vacinas.
Chega de Elizangelas em nosso país. Chega de Bolsonaristas. Chega dessa gente Cafona. Vacina Sim. Usem máscaras. Não se aglomerem e respeitem o distanciamento social.


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