1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?
Sou Fernanda Crancio, jornalista diplomada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em 1997, e pós-graduada em Jornalismo Digital também pela PUCRS. Sou natural de Porto Alegre e mãe do Gabriel. Trabalho com Jornalismo há 28 anos, desde meu primeiro estágio em assessoria de imprensa, na Secretaria de Planejamento do Estado. Fui repórter da Casa Zero Hora Passo Fundo e da editoria de Política de Zero Hora, além de repórter de Política, dos Cadernos Especiais e do site do Jornal do Comércio. Também atuei como assessora de imprensa na área Política por mais de 10 anos. Atualmente, sou editora de Economia do Jornal do Comércio.
2 – Por que decidiu se tornar jornalista?
Sempre gostei muito de escrever e desde os tempos de colégio me destacava nas redações. Também sempre fui curiosa, leitora assídua de jornais e ouvinte dos noticiários de rádio desde criança, hábitos que adquiri em casa e que vêm da influência do meu avô materno, Ary dos Santos, que era jornalista e um apaixonado por rádio. Quando a hora do vestibular começou a se aproximar, não pensei duas vezes e escolhi o Jornalismo como única opção. Na faculdade, vi que estava no caminho certo e que o Jornalismo Impresso era o que mais me atraía. Embora trabalhasse com produção de rádio no término da faculdade, pegava freelas em produção textual, revistas institucionais e até jornais de bairro sempre que podia. Depois de formada, a busca por uma colocação em redação foi um caminho natural, e assim iniciei minha trajetória profissional.
3 – Como foi para você se tornar editora de Economia do Jornal do Comércio?
Foi e está sendo um grande desafio. Estava há menos de duas semanas como editora assistente de Economia quando veio o convite, no final de junho. Já vinha há alguns anos me aproximando mais da editoria e priorizando pautas de viés econômico. É uma grande responsabilidade e um aprendizado diário que divido com uma equipe competente de repórteres, editores e colunistas. Nesse processo também não posso deixar de destacar a receptividade dos colegas e a confiança dos gestores do jornal. A redação do Jornal do Comércio tem um clima único, é um lugar de trabalho sério, mas com ambiente leve, de muito coleguismo e parceria, e isso faz toda a diferença na rotina de trabalho.
4- Quais são os aprendizados de quando era repórter que carrega até hoje sendo editora?
Acho que os principais são manter a curiosidade, o olhar atento e a disposição de aprender. Buscar sempre dirimir dúvidas, esclarecer as questões, se colocar no lugar do leitor e procurar entender qual a melhor forma de fazer a informação chegar de maneira clara até ele. Da minha experiência na reportagem acho que mantenho latente também o olhar de quem está contando uma história, e isso facilita na hora de trocar com o repórter, de checar uma última informação e esclarecer alguma dúvida remanescente.
5 – Quais são os seus planos para daqui a cinco anos?
Tanto na vida pessoal quanto na profissional procuro vivenciar os momentos, as oportunidades e o presente. Daqui a cinco anos o que almejo é seguir trabalhando com Jornalismo, fazendo o que gosto e curtindo minha família e meus amigos. Aprimorar conhecimentos e seguir aprendendo sempre. Talvez conseguir equilibrar um pouco mais minha rotina e ter mais tempo para investir em cursos e idiomas, por exemplo.
