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Saldo positivo: República termina 2022 com aumento no faturamento

No ano em que a agência completa uma década, o sócio Ricardo Lacerda celebra também o crescimento da equipe

Este ano já é de comemorações para a República, pois a agência completou 10 anos de existência em abril. O aumento da receita bruta em 40% e o crescimento da equipe se somam aos motivos de celebração, conforme o sócio Ricardo Lacerda destacou ao Coletiva.net. “Pela primeira vez, vamos faturar mais de R$ 1 milhão. Ainda que seja um número significativo para os nossos padrões, é preciso ressaltar que houve um aumento generalizado nos custos.”

O saldo positivo vem apesar de um ano desafiador. O gestor tem a sensação de que os clientes estão mais maduros em relação às suas necessidades. “Isso é bom, pois ajuda a sermos mais precisos naquilo que oferecemos.” Esse amadurecimento veio após dois anos (2020 e 2021) em que, conforme Ricardo, houve um aumento geral na demanda por conteúdo qualificado. 

Para ele, se, por um lado, a pandemia gerou instabilidade e crise econômica, por outro, levou muitas organizações a apostarem em uma Comunicação mais eficiente para conversar com seus públicos. “Então, 2022 foi a hora de respirar fundo e entender, de fato, o que veio para ficar. Isso nos permitiu, por exemplo, aumentar o time no fim de 2021, que saltou de, aproximadamente, 10 pessoas, para cerca de 16”, destacou o executivo, que explicou que os números variam porque há projetos sazonais.

Uma década de conquistas

Para Ricardo, só o fato de completarem 10 anos já é uma vitória. Isso porque ele lembra que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 25% das empresas sobrevivem por mais desse tempo no Brasil. “E cá estamos, em ótima forma. Ter começado e terminado o ano com praticamente a mesma equipe é, também, uma conquista importante. Ainda mais porque contamos com jornalistas realmente diferenciados.”

Voltar ao trabalho presencial em alguns dias na semana, visto que a empresa adotou o formato híbrido, também é razão de alegria para o executivo. Segundo o comunicador, esse contato ajuda a criar um maior senso de pertencimento e de colaboração entre os colegas, o que melhora o resultado e a entrega ao cliente. 

Outra felicidade para Ricardo foi o recebimento da Menção Honrosa no ‘Prêmio SAE Brasil – Mercedes-Benz de Jornalismo’, categoria Mídia Impressa, pela reportagem ‘A hora e a vez do carro elétrico’. O texto, que foi capa da Superinteressante, foi escrito por ele e Leonardo Pujol, da República, e por Bruno Garattoni, editor da revista. “Valorizamos muito esse reconhecimento, sobretudo, pelo fato de termos concorrido basicamente com veículos especializados – o que comprova, mais uma vez, o ecletismo e a qualidade de nossa equipe.”

Desta forma, depois de um ano de consolidação para a empresa, a expectativa para 2023 é de um novo salto. No entanto, Ricardo reforça que é fundamental ter sustentabilidade. “Significa conquistar novos clientes e manter as entregas em alto nível. Não é uma equação tão simples como pode parecer.”

Em relação à economia como um todo, o gestor espera um ano mais “normal”. “Em outras palavras: sem eleições e tantos atritos no campo político, com a pandemia sob controle e sem Copa do Mundo.”

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