As redes sociais são vistas hoje não só como um meio de se obter conteúdo rapidamente, mas também como uma fonte de informação. Uma pesquisa feita pela empresa norte-americana Capterra percebeu que a Geração Z – nascidos entre 1997 e 2012 – foi a principal faixa etária (37%) a substituir os buscadores pelas redes sociais para fins de pesquisa. O estudo ouviu 1.033 brasileiros em fevereiro.
Indo na direção contrária, apenas 12% dos Baby Boomers – nascidos entre 1946 e 1964 – migraram dos métodos tradicionais para as novas plataformas. Considerando todos os entrevistados, pouco mais da metade da amostra (58%) utiliza ambas as ferramentas para pesquisar on-line. Além disso, em sua maioria, as buscas são feitas via smartphone (68%).
Ainda que quase dois terços dos respondentes tenham mantido os hábitos de busca nos últimos dois anos, um quarto afirmou ter intensificado a prática nas mídias sociais. Na contramão, um décimo passou a utilizar mais os buscadores. Por sua vez, 35% responderam que, de fato, preferem usar somente motores de busca, e apenas 7% disseram usar exclusivamente as redes.
Em relação à frequência, 78% pesquisam acima de cinco vezes por dia. Outra parcela, 30%, de cinco a dez, enquanto 48% buscam acima disso.

