Colunas

O mantra de Dilma

Inflação não estoura a meta de 6,5% no final do ano; crescimento em torno de 4,5%; restrição de crédito mais sobre o consumo do …

Inflação não estoura a meta de 6,5% no final do ano; crescimento em torno de 4,5%; restrição de crédito mais sobre o consumo do que para investimento; taxa de juros menor do que as registradas em 2010, para ajudar a combater a inflação.

Este mantra da presidente Dilma Roussef está sendo entoado com persistência, seja através dela própria, seja por meio de seus acólitos da área econômica.

A última ata do Copom deixou de evidenciar grandes inquietações do Banco Central. Pode vir apenas uma alta adicional de 0,25 na interpretação dos economistas dos maiores bancos do país. “Não considero razoável dar um pontapé nos juros de modo a levar a inflação à meta do ano-calendário e talvez nem mesmo nos próximos doze meses”, enfatizou Alexandre Tombini, presidente do Banco Central.

Certo ou errado, o BC não compartilha da opinião dos economistas-padrão, para os quais “o enfoque gradualista apenas aumenta os custos de colocar a inflação de novo na meta (dada a indexação, na prática, da economia)”.

Guido Mantega, ministro da Fazenda, considera-se satisfeito: “Conseguimos estabilizar a economia brasileira no patamar de 4,5% de crescimento anual, o que para nós é muito bom. Para um ano de ajustes, é um crescimento excelente”.

Mas algo foi esquecido no mantra. Não há meta fiscal de médio prazo – plano de redução do déficit e dívida de cinco anos – e redução da meta de inflação, todas boas promessas de campanha.

Autor

Iara rech

Compartilhar:

*As discussões estão sujeitas à moderação. Antes de comentar, leia nossa Política Editorial

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Relacionados

CADASTRE-SE
Captcha obrigatório
Seu e-mail foi cadastrado com sucesso!

Aviso: se você optou por parar de receber nossos e-mails e deseja voltar à nossa lista, ou está com dificuldades para se cadastrar, entre em contato com a Redação pelo formulário Fale Conosco e informe seu nome e o e-mail que deseja incluir.