A Warner Brothers criou recentemente uma série de seis episódios de vídeos curtos para aparelhos de telefones celulares, baseada em programas populares do Super-Homem. Apesar de curtas, conta a Reuters, a série de vários episódios para celulares vem crescendo
Nos dois anos desde que a Fox Móbile e a MTV Networks inauguraram o mercado de programação para telefone celular, quase todos os grandes estúdios de televisão e cinema passaram a desenvolver projetos. Mas, por enquanto, os anunciantes estão relutantes em abandonar os métodos tradicionais.
Apenas milhões
Em 2006, US$ 421 milhões foram gastos em propaganda em telefones celulares, segundo estudo da firma de pesquisa de mercado eMarketer. Por contraste, a propaganda em televisão atraiu US$ 48 bilhões no ano passado, conforme a agência de mídia Universal McCann.
Alana Muller, diretora de marketing da Sprint Co., disse que as empresas estão relutando em anunciar porque a demanda por vídeos em telefones celulares é ainda recente. De acordo com a empresa de pesquisa Yankee Group, o número de telespectadores em vídeos de celulares nos EUA é de cerca de 5 milhões, dez vezes mais do que em 2004, mas ainda uma pequena fração dos 195 milhões de assinantes de celulares no país.
Conceitos e idéias
“Se você pensar no mercado que pode ser, é um sonho”, disse Linda Barrabee, analista de comunicações de celulares no Yankee Group à Reuters. “É por isto que você vê muitas empresas lidando com diferentes conceitos e idéias”. Até mesmo os executivos dos estúdios sugerem que o crescimento explosivo ainda está por vir.
Um dos raros anunciantes foi a Toyota, em episódios para celulares criados pela Fox. Mas este é um caso raro. Em vez disso, as promoções da internet sem fio provaram ser muito mais populares.
A grande aposta
Muitos em Hollyvood estão apostando que o interesse no vídeo para celular será promovido pela estréia do novo iPhone com tela sensível ao toque, da Apple, que deve começar a ser vendido neste verão (no hemisfério norte). Com um visor de


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