Estabilidade, normalidade, fluidez e previsibilidade foram algumas das principais conquistas do último ano para Coletiva.net. Essa é a avaliação do diretor Comercial, Iraguassu Farias, que celebrou o crescimento financeiro de 15,46% em relação aos 12 meses anteriores, ultrapassando a meta estimada de 10%. “O ano de 2025 foi muito bom. Foi um período sem sobressaltos, permitindo recuperar a atividade que foi truncada em 2024. Finalizamos muito satisfeitos com tudo o que foi realizado”, afirmou. Sendo assim, a expectativa para 2026 é muito otimista.
Do ponto de vista editorial, o período também foi marcado por avanços estratégicos. Segundo a diretora do portal, Márcia Christofoli, o Coletiva.net ampliou de forma significativa a atuação em coberturas de eventos – em volume superior ao de qualquer outro ano – e colocou em prática projetos aguardados pelo mercado, como o lançamento da editoria da ColetivaTech, voltada à intersecção entre Comunicação e Tecnologia. “Esses movimentos reforçaram nosso posicionamento e ampliaram o reconhecimento junto aos profissionais e às marcas do setor”, acrescentou.
Nesse sentido, Iraguassu destacou que esse fortalecimento refletiu diretamente na ampliação do alcance de Coletiva.net, que passou a ser percebido como uma plataforma relevante também fora do ecossistema tradicional da Comunicação. “Marcas fortes de outros segmentos se uniram a nós”, contou.
Crescimento contínuo
Para Márcia, o resultado é fruto de uma combinação entre consistência editorial, proximidade com o mercado e capacidade de adaptação. “Conseguimos entregar conteúdo relevante, acompanhar as transformações da Comunicação e abrir espaço para novas discussões, sem perder nossa identidade. O reconhecimento que tivemos em 2025 mostra que Coletiva.net segue sendo um termômetro confiável do setor”, afirmou.
Para o ano que se inicia, Iraguassu pontuou que, apesar do período eleitoral, os indicadores do Brasil são “estimulantes e positivamente contínuos”. “Tudo o que previmos em 2025 se confirmou e achamos que 2026 será muito melhor. Os sinais são todos neste sentido. Achamos que conseguiremos manter a taxa de crescimento de 15%”, projetou.

