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A sofisticação da Sony

Em um prédio de apartamentos sem nenhuma característica específica, localizado a pouca distância do estúdio da Sony Pictures Entertainment, em Culver City, um pequeno …

Em um prédio de apartamentos sem nenhuma característica específica, localizado a pouca distância do estúdio da Sony Pictures Entertainment, em Culver City, um pequeno grupo de pessoas passa os dias em um laboratório sem janelas tentando descobrir o futuro em termos de entretenimento doméstico. Ali, por exemplo, se estudam  cartões portáveis para equipamentos de vídeo. Embriões de cartões telefônicos, talvez?

Cheio de jogos, microcomputadores, sistemas de alto-falantes, é neste laboratório que a Sony testa a suas novas plataformas, tecnologias e hardware, à medida que tenta prever as mudanças na área de consumo.

Assim como outros estúdios de cinema em Hollywood, a Sony está ansiosa por encontrar novas maneiras de fornecer conteúdos- pagos – às audiências,.embora os estúdios continuem gerando bons retornos com a venda de DVDs. Mas a velocidade de crescimento deste mercado diminui, de forma que novos canais de distribuição são procurados.

Para a Sony P, estúdio responsável por filmes como “O Homem Aranha” e “Código da Vinci”, o objetivo mais amplo é tornar os seus conteúdos disponíveis no maior número de plataformas e formatos.

VENCE  A AUDÁCIA

Sean Carey, prosidente-executivo de distribuição digital e aquisição de produtos da Sony Pictures Entertainment, sugere que a indústria se daria por satisfeita com manter o status quo na divulgação de cinema e DVDs.

Enquanto isto, o laboratório de Culver City lidera as novas iniciativas da companhia. Em setembro, lançou um serviço de telecomunicações com o grupo de telecomunicação Sprint, por meio do qual os consumidores podem carregar filmes por download em telefones celulares. Mais recentemente, na Europa, lançou o serviço de telecomunicações Sprint, com cartões de memória acoplados a telefones celulares.

O RECEIO

Os executivos do Lanboratório da Sony dizem que o grupo adotou um sistema de “plataforma neutra”, por meio da qual o conteúdo é disponibilizado em todas as plataformas de distribuição. Ou seja, cada um pode acompanhar a evolução do colega. Apesar de seu avanço, a Sony tem medo, como diz Mattew Grahann, diretor-executivo:: “O que não queremos é que um indivíduo em um dormitório da faculdade compre um filme e todos sejam capazes de copiá-lo”.

Autor

Iara rech

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