Quando vai chegando o fim das férias, as diferentes playlists já estão manjadas e começa uma batalha sobre o que ouvir entre uma ida e outra pra praia. Ler um livro sempre foi sinônimo de conhecimento, além de todos os tantos benefícios que não precisamos enumerar. Mas ouvir um livro era algo muito distante pra nós, adultos. Só tínhamos esse costume enquanto crianças. Quando se aprendia a ler, a contação de histórias começava a virar saudade.
Ouvir notícias durante muitos trajetos era a única opção possível. “Adultos escutavam AM”. Para os filhos de quem tem esse hábito como rotina – por escolha, gosto, profissão e outra série de razões – acaba até mesmo contagiando. Viagens em família e seus aprendizados. Que coisa boa escrever pensando em momentos como esses.
Então, dentre essas estradas do litoral gaúcho e catarinense, lanço a ideia de “- quem sabe ouvimos um livro?”. E fui em busca de opções. Achei um da Martha Medeiros, que tem nas suas crônicas uma ótima opção de leitura cotidiana. É diferente do que ler um livro de histórias, pensei eu. Eram pouco mais de 4 min de “leitura” com a narração da Katia Suman. Bingo! Todos ouviram a escolha juntos.
Quando chegou a vez do Vitor, no alto de seus 9 anos, eu encontro a opção “Proibido para maiores – as melhores piadas para crianças”, de Paulo Tadeu. Pouco mais de 5 minutos e alguns quilômetros compartilhados com risadas, certa tranquilidade e Joãozinho relembrando bons momentos da nossa infância. De lucro: rendeu a coluna desta semana, pós Carnaval e registros escritos de memórias de um verão em família.
A tecnologia nos traz essas opções e muitas vezes não nos adaptamos por teimosia pessoal. Mesmo aqueles que se acham modernos (tô nessa lista) demoram para aderir novos hábitos e aceitar mais opções de comunicação. Tem muito conteúdo e otimiza tempo. A assinatura da Vivo inclui uma série de apps e resolvi experimentar. A opção disponível é o Ubook. Recomendo.


*As discussões estão sujeitas à moderação. Antes de comentar, leia nossa Política Editorial