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Coluna do Nenê

OPINIÃO O problema da tecnologia e seu papel na sociedade contemporânea tem sido discutido na literatura científica usando uma série de rótulos e conceitos. …

OPINIÃO

O problema da tecnologia e seu papel na sociedade contemporânea tem sido discutido na literatura científica usando uma série de rótulos e conceitos. Ideias de um conhecimento ou informação econômica, sociedade pós-industrial, sociedade pós-moderna, revolução da informação, capitalismo da informação têm sido debatidos nas últimas décadas.

Sociedade da Informação é um termo – também chamado de Sociedade do Conhecimento ou Nova Economia – que surgiu no fim do século XX, com origem no termo globalização. Este tipo de sociedade se encontra em processo de formação e expansão.

A sociedade não é um elemento estático, muito pelo contrário, está em constante mutação e como tal, a sociedade contemporânea está inserida num processo de mudança em que as novas tecnologias são as principais responsáveis. Alguns autores identificam um novo paradigma de sociedade que se baseia num bem precioso, a informação, atribuindo-lhe várias designações, entre elas a Sociedade da Informação.

Este novo modelo de organização das sociedades assenta num modo de desenvolvimento social e econômico onde a informação, como meio de criação de conhecimento, desempenha um papel fundamental na produção de riqueza e na contribuição para o bem-estar e qualidade de vida dos cidadãos. Condição para a Sociedade da Informação avançar é a possibilidade de todos poderem aceder às Tecnologias de Informação e Comunicação, presentes no nosso cotidiano que constituem instrumentos indispensáveis às comunicações pessoais, de trabalho e de lazer. Liberando assim o pensamento sem exclusões e com características menos individualistas e mais progressistas.

Mas por outro lado, esta sociedade poderá ser a culpada por grandes diferenças sociais, tendo em conta o seu grau de exigência. Visto que é uma sociedade que vive do poder da informação, tendo como base as novas tecnologias ela poderá ser muito discriminatória, quer entre países, quer internamente, entre empresas, entre pessoas. Até algum tempo atrás, o saber ler e interpretar textos, bem como efetuar cálculos matemáticos simples, era obrigatório para se viver em harmonia e bem-estar na sociedade, este novo cenário mudou e as necessidades de qualificações profissionais e acadêmicas aumentaram consideravelmente. Para desenvolver um conteúdo temos que ter base de conhecimento. O “Maria vai com as outras” é retrógrado e perverso.

O ser humano tem a aptidão de se adaptar e como tal, as pessoas devem ter uma atitude flexível, com conhecimentos generalistas, capazes de se formarem ao longo da vida de acordo com as suas necessidades e que dominem as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). A sociedade exige da escola pessoas com uma formação ampla, especializada, com um espírito empreendedor e criativo, com o domínio de uma ou várias línguas estrangeiras, com grandes capacidades para resolução de problemas.

Os jovens adquirem vários conhecimentos fora da escola, pois eles estão auto integrados neste novo paradigma de sociedade, preferindo por vezes o aconchegante lar, com todas as tecnologias à disposição, à escola enfadonha e obsoleta. É importante a escola se tornar mais atrativa e em sintonia com as novidades tecnológicas.

A sociedade tenderá a ser cada vez mais competitiva, criando mais riqueza e consequentemente qualidade de vida, tornando-se numa sociedade mais livre evitando a exclusão do cidadão convidando-o a participar. Mas para que isto seja possível e não se criem maiores dissimetrias sociais, as políticas educativas desempenham um papel primordial. Assim, a escola assume um papel fundamental na Sociedade da Informação, dotar o homem de capacidades para competir com o avanço tecnológico, condicionando-o, de maneira a que este avanço não seja autônomo, e possa ser controlado, de modo, a que sejam as nossas necessidades a corresponder ao desenvolvimento tecnológico e não o desenvolvimento tecnológico a moldar as nossas necessidades.

Os aspectos positivos são visíveis, tal como a melhoria da nossa qualidade de vida. Com a introdução de máquinas e robôs nas indústrias tem-se aumentado a taxa de desemprego, mas a transição por vezes tem estas consequências. Com o nascimento de um novo setor, denominado de quaternário, cujo bem mais importante é a informação, assistimos a mudanças profundas na sociedade. A taxa de desemprego continua a aumentar com o desaparecimento de algumas profissões, entre outros fatores. A perda de postos de trabalho, a extinção de algumas profissões, e a reconversão de outras até serem substituídas por novas, decorre um longo período de adaptação, que se poderá estar a viver neste momento, sendo difícil analisar as transformações quando estão a acontecer sem o tempo necessário para verificar as consequências. O atual momento crítico exige uma transformação e quebra de paradigmas.

A competitividade exige performance de desempenho profissional e flexibilidade, apostando-se na qualidade do produto ou serviço final em detrimento do processo. A caneta e o papel estão claramente a ser substituídos pelas capacidades oferecidas pela informática, quer em termos de hardware como de software. As facilidades que as tecnologias trazem tem vindo a aumentar o nível de complexidade da informação e o seu respectivo tratamento. Com a Internet existe a troca de fluxo vivo de informação. A economia também é influenciada por este processo.

IBOPE

O escritório do Ibope-RS terá um novo gerente a partir da semana que vem. Trata-se de um profissional muito competente do mercado.

DIFERENTE

Enquanto as agências estão tentando se adequar ao novo momento, tem gente que parece não se importar muito. Tiram férias no exterior e fazem questão de dizer onde estão. Enquanto isso, as críticas crescem e as esperanças de uma retomada se tornam cada vez mais difíceis.

MOBILIÁRIO URBANO

A publicação da licitação dos abrigos de Porto Alegre representa desconhecimento e com certeza dará deserta. Se continuarem a fazer essas licitações sem ouvir o mercado e entidades de propaganda, irão continuar na contramão da cidade. Tanto essa licitação como a anterior, inibem pelos investimentos que o pequeno anunciante local e a pequena agência não tenham condições de investir em publicidade. Está ficando cada vez pior essa situação.

Parem! Escutem! Por que a pressa? Não decidiu até agora, deixa o novo governo decidir.

Cartas marcadas é ideia que está dando. Desrespeito é o que está se passando! Exclusão de empresas locais exibidoras e anunciantes!

FERNANDO SILVEIRA – PRESIDENTE DO SINAPRO-RS

Mobiliário Urbano de Porto Alegre: o que não pode é ficar imobilizado.

Porto Alegre é uma capital totalmente tecnológica, por isso aqui todos são obrigados a usar o Waze, Google Maps ou qualquer outro GPS. Não tem placas de esquina há um bom tempo. O único problema é quando alguém fica sem bateria ou sem sinal e tentar se localizar pelas ruas. Aí, ou encontra uma placa daquelas antigas, azuis, no canto do imóvel de esquina, ou pergunte para alguém.

Se entendemos que o mobiliário urbano é uma questão social, seja pela utilidade ou pelo retorno que pode trazer em arrecadamento para a Prefeitura Municipal, ainda tem uma indústria por traz disso: a da comunicação. Além das agências, que encaram o mobiliário urbano como uma mídia, encontram fonte estratégica nos planos de comunicação e também para rentabilizar o negócio, mas ainda tem as exibidoras, que ofertam empregos diretos e indiretos, sem falar nos tributos. O que falta para que a cidade volte a ter isso tudo organizado? Licitação, dirão mais do que rapidamente os envolvidos. Pois bem, existe um edital para uma parte (relógios e placas) saiu outro de paradas de ônibus e placas, mas assim como em editais anteriores, talvez não existam interessados novamente. Aí começamos a ter problemas, pois quando a gestão pública não consegue adequar um edital para que a iniciativa privada consiga atuar, certamente está faltando diálogo e entendimento.

O mercado publicitário, numa iniciativa das entidades legais, tentou entrar na pauta. Obviamente que o maior interesse é das exibidoras, mas o interesse é de todos. Cabe ao Gabinete do Prefeito, ouvir e entender que sua atenção deve ser maior para o assunto. Sem dúvida existe tempo para resolver, basta boa vontade e, principalmente, bom senso. O mobiliário urbano de Porto Alegre só não pode ficar assim, totalmente imobilizado.

ADRIANO FRAUCHES – INSIDER 2

Mercado publicitário estranha os critérios de licitação para relógios.

A rapidez da licitação da Prefeitura Municipal de Porto Alegre sobre o mobiliário urbano de Porto Alegre está intrigando o mercado publicitário. Mobiliário urbano define os diversos equipamentos instalados nas ruas como postes e placas de sinalização, relógios e bancas de jornal, entre outros. Segundo as entidades do setor, o certame marcado para o dia 17 de junho – para escolher a empresa concessionária de 130 relógios digitais, conta com erros grosseiros e critérios subjetivos. Os especialistas estimam a necessidade de 90 dias para atender um projeto dessa complexidade. Curiosamente a licitação foi lançada para ser atendida em 45 dias.

Outro questionamento é o fato de uma lei municipal (número 8279) estabelecer que os técnicos da Prefeitura deveriam fazer o projeto dos relógios, em função do melhor conhecimento da realidade urbana da cidade. Segundo os profissionais de propaganda, a licitação do dia 17 de junho não respeita este dispositivo, já que cada empresa que participar do certame apresentará o seu projeto de relógio.

Para completar, a licitação exige que o vencedor da licitação deve instalar 8 mil placas de identificação de ruas em Porto Alegre. Ocorre, no entanto, que para esta finalidade não é pedido qualquer atestado técnico da empresa participante e muito menos estabelece responsabilidades em relação à manutenção das placas que, certamente, recairá sobre a Prefeitura.

KANTAR IBOPE MEDIA

Gastos em mídia no RS chegam a R$ 4,3 bilhões em 2015.

Segundo esses dados, conforme já salientamos, o mercado gaúcho baixou de 8% no volume de mídia para 3.3%, o que nos coloca numa situação muito ruim em relação aos investimentos no Brasil. Outra coisa são os crescimentos de veículos, revistas, cinemas e jornais, que não comportam e não representam a realidade. Essas pesquisas têm que ter maior respeito com o nosso mercado.

PAIM

A nova campanha da linha Aurora Reserva, da Vinícola Aurora, leva a assinatura da Paim Comunicação. Inspiradas no conceito “Um vinho que harmoniza com a nossa história”, as peças resgatam as raízes e a história da marca. A ideia é mostrar a concepção da linha, que reúne quatro vinhos elaborados com uvas selecionadas de cada safra e passam por processo de amadurecimento em barris de carvalho.

Os vinhos Aurora Reserva representam a grandeza que a vinícola leva ao mercado a cada ano. Na peça, a garrafa inserida no barril de carvalho evidencia esse conceito de qualidade, além de valorizar, de forma elegante, o cuidado e o bom gosto que a Aurora imprime na embalagem dos vinhos. A campanha inclui anúncios em revistas especializadas, outdoor e cards de Facebook.

FEDERASUL

O “Tá na Mesa” dessa semana foi com o governador de Santa Catarina Raimundo Colombo, que deu um show de humildade e contou que a economia do Estado vizinho vai bem, pois além do seu segundo mandato, pegou uma era de prosperidade e de muita produção, colocando hoje numa posição de destaque no cenário nacional. Aproveitou a presença do Governador José Ivo Sartori e tratou de elogiá-lo por sua política austera e de gestão de arrumar a grande defasagem de caixa e problemas do Rio Grande do Sul. Estava presente, prestigiando o evento, o presidente da RIC-SC Marcelo Petrelli. A Competence, que têm uma agência sólida em SC, com grandes clientes e que foi homenageada na ocasião por seus 25 anos de atuação no mercado gaúcho e nacional.

Autor

Nene Zimmermann

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