Existem tantos tipo de contratos ao longo desta jornada. A própria vida é um deles – o principal, com prazo para terminar. Os que têm validade são aqueles que mais mexem com emoções, talvez. Alguns são mais explícitos, como campanhas políticas, em que se sabe o início, meio e fim, com data marcada e resultado incerto. Deve ser uma experiência muito desafiadora para quem gosta de colecionar bons resultados.
Há outros tantos possíveis, estimados, expirados, desejados, ideais. Há uma série deles. Dependem das partes, basicamente. Assume-se o compromisso do todo e de si mesmo, há confiança mútua, cumplicidade e o resto vamos juntos. Acordos, projetos, inovações, mudanças, reformas. Menos a inércia. Quando o time é qualificado, cada partida é de Libertadores, tchê. Convicções se encaixam, se identificam, se firmam. O trabalho flui, resulta, constrói legados. Talvez seja uma sorte de experiências, acasos do destino ou tudo isso junto com competência e vontade de fazer parte. Todo dia é dia para agradecer, mesmo que isso seja obrigação, não custa ter como hobby.
Quando me deparo com pessoas que são unidas por um líder, que viu um potencial agregador para chamar de grupo a união de todas elas, materializo o significado de sinergia. E a velha máxima que em time que tá ganhando também tem um bom treinador por trás (acharam que era pra não mexer, né? Reforços são sempre bem-vindos, oras.). O respeito, o espaço e o limite são essenciais para criar laços, afinidades e um bom papo durante o café de todo dia. Àqueles que têm a alegria de compor bons times, de confiar no processo e de todos os dias dar o melhor de si, que a vida siga sendo sempre tão boa assim conosco.


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