Podcast veio pra ficar e sábios são aqueles que apostam nisso, tanto os que produzem como os que consomem. É uma troca incrível. Pessoas dispostas a conversar, falar sobre o que tá rolando no mundo, geralmente num clima descontraído e interessante.
Os que informam são meus prediletos, seguidos por aqueles que ouvimos como conselhos de vida, como profissionais que buscam se capacitar, entre tantos outros temas que te fazem companhia aos fones. Tenho amigos que malham ouvindo podcasts, que escutam antes de dormir, que fazem companhia na ida e volta do trabalho. É um tempo tão otimizado, vai dizer?
Tempo. Acho que vale um parágrafo para falar sobre isso. Confesso que virei ouvinte recente quando comparado com o tempo que já é um meio de comunicação para uma galera. A leitura ainda continua sendo a minha opção preferida. Consigo agora encaixar os áudios como a forma de me abastecer de informações naqueles momentos curtos – mas úteis -, da rotina. Pessoas que costumam ter tempos prolongados disponíveis para si, tendem a ouvir podcasts mais longos.
Então chegou a mensagem do Descomplica, Kelly! Achei curioso, adoro o jeito de fazer jornalismo sorrindo, com a leveza e o comprometimento que a Kelly Mattos sabe fazer de forma singular. Virei ouvinte diária. São 10, 11, 13 minutos de duração. Dá pra encaixar até em quem vive dizendo que não tem tempo. São umas 3 ou 4 músicas. E consumiu informação, vai saber do que tá rolando no esporte, na política, na economia e em tudo que for interessante saber. Conteúdo útil, mastigado. Boas ideias merecem ser compartilhadas e consumidas por quem valoriza informação de qualidade. Vida longa ao Descomplica, Kelly!


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