Na vida, é inspirador ver alguém se entregando. Fazendo o que gosta, seja no trabalho, nas artes, na paixão, o que for. Quando alguém se entrega, joga sua energia de maneira intensa e acaba dividindo aquela energia conosco.
Acredito mesmo que haja um quantum de energia, que vai transitando na Terra. E fora dela. Um montante de energia que, de acordo com nossa disponibilidade, sensibilidade e capacidades, nos apropriamos, processamos e passamos adiante. Falo da energia positiva, claro. Porém, é claro que o ser humano é um multiplicador ou um divisor de energia. Se tem uma estrutura pessoal forte, equilibrada, ele multiplica a energia, a expandido. Caso contrário, se é uma pessoa que possui um desequilíbrio, não tem capacidade, é depressiva, ela suga a energia que transita em torno dela e não devolve. Nem aproveita. Pessoas assim são como sumidouros de energia. Quantas vezes vamos conversar com alguém e voltamos com a sensação de que fomos sugados energeticamente falando? Ou mesmo deparamos com alguém pela vida e só de cruzar com esta pessoa sentimos nossa energia diminuir um pouco?
Por outro lado, encontrar alguém que esteja(como se dizia antigamente) “esbanjando energia” é algo contagiante. Literalmente. Chamo de contágio esta expansão e passagem de energia de uma pessoa para outra. Em um dia triste, encontrarmos alguém alegre não melhora um pouco a nossa energia? Ou muito até? Falo da alegria genuína, não da alegria de Facebook. Algo que que venha de dentro e não necessariamente expansiva. Pode ser uma alegria tranquila, cadenciada. Ela é contagiante.
Também precisamos estar com os poros energéticos abertos e receptivos para captar esta energia positiva. Caso contrário, cruzaremos com pessoas esbanjando energia e ela vai passar pelo nosso corpo como se tivéssemos uma espécie de campo de força que impeça a energia positiva de entrar. Ela será desperdiçada por nós.
Precisamos de mais pessoas inspiradas. Elas expandem energia positiva.

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