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Jornalista precisa ser poliglota

Algumas empresas de comunicação já estabelecem como requisito indispensável para contratação de jornalista que o profissional tenha o domínio de, ao menos, um idioma &#

Algumas empresas de comunicação já estabelecem como requisito indispensável para contratação de jornalista que o profissional tenha o domínio de, ao menos, um idioma adicional ao pátrio. Se antes, lá pela década de 60, 70 essa condição já era uma importante qualificação, atualmente é indispensável. Eu, se fosse dono de uma empresa de comunicação, colocaria como critério decisivo o domínio de, ao menos, um idioma além do português de bom nível. O inglês, preferencialmente, o espanhol, o alemão, o francês e, neste mundo globalizado, também o japonês e o mandarim. Os dois últimos são mais difíceis de aprender, os cursos são mais caros e não existem tantas opções. Mas se for possível, é um acréscimo importante à qualificação.

Claro que para muitos profissionais da comunicação aprender um outro idioma envolve investimento, um custo que nem sempre cabe no orçamento paupérrimo de jornalistas, por exemplo. Então, se os pais não se preocuparam ou não puderam investir nesse “adicional” durante o processo de aprendizado, pagando um curso particular, o profissional terá mesmo de contar com a boa vontade e/ou interesse da empresa em financiar um curso, talvez contar com algum convênio de entidade classista ou, na pior das hipóteses, pagar do seu próprio bolso. Mas vale a pena.

Trato deste tema justamente porque estamos em tempos de Copa do Mundo e muitos executivos, dirigentes de entidades, jornalistas e turistas de outros países vão circular pela capital gaúcha e pelo Estado. Saber comunicar-se com estes parceiros será fundamental para produzir boas matérias e garantir um diferencial no processo. O tempo da mímica já passou e o “embromation” ou “enrolation” não se enquadram no convívio de uma sociedade moderna e sem fronteiras.

Portanto, se o amigo jornalista/comunicador ainda não domina um segundo,, um terceiro idioma, trate se virar com algum companheiro para não dar vexame. E depois, com calma, procure uma forma de fazer um ou mais cursos.  Como disse, seja por interesse da empresa, por convênio ou iniciativa própria. Let’s go my friend! Move. Ou…

 

 

Autor

Julio Sortica

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