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Observações olímpicas

Por Flávio Dultra

– Nas Olimpiadas tem mais derrotados do que vitoriosos, mas chegar lá já é considerada uma vitória.

– Participar da elite de 10.500 atletas do mundo todo não é pouca coisa.

– As medalhas tem seu simbolismo, mas também muito valor monetário: a de ouro vale 350 mil para o atleta brasileiro, prata 220 mil e bronze 140 mil. 

– Premiamos melhor do que os EUA que oferecem 37.500 dólares, cerca de 205 mil reais por uma conquista de ouro.

– Recorde mesmo é da Sérvia: 214.9 mil dólares, cerca de 1.175 milhões de reais pelo ouro.

– A régua de premiação de países ricos, como o Brasil e a Sérvia, é outra coisa.

– Com uma grana dessas vale a pena chorar na vitória e mais ainda na derrota.

– Mas acima de tudo cada medalha brasileira tem a marca da superação.

– Interessante: nos esportes coletivos a medalha de prata é resultado de uma derrota, enquanto a de bronze é garantida por uma vitória.

– Chega de discussão: o desfile de abertura da Olimpíada é pra telespectador ver.

– Só que o desfile lembrou aqueles enredos de escola de samba que só o carnavalesco entende.

– A realização da Olimpíada é motivo de orgulho para um país e de dissabores para os habitantes da cidade.

– Cultura Olímpica: Olimpíada ou Jogos Olímpicos é o evento; Olimpiadas é o período de quatro anos consecutivos, de 1º de janeiro  do ano dos Jogos à 31 de dezembro do ano anterior a uma nova edição. 

– Uniforme não ganha medalha, mas no Brasil é motivo para cada discussão!

– Os biquinis  das moças do vôlei de praia, uau!

– Já o pessoal de Bermudas está à vontade no calor de Paris.

– De onde saem esses especialistas em esportes que poucos disputam e ninguém assiste?

– Vamos combinar: aquele jogo de peteca, o Badminton, é uma excrecência como esporte.

– Só superado pelo curling na Olimpíada de Inverno.

– Pelo visto, o Galvao Bueno foi a Paris para fazer turismo, degustar vinhos e atrapalhar as transmissões da Globo.

– O Brasil perde terreno nos esportes coletivos e já se destaca mais nos individuais.

– Descobrimos, por exemplo, que o Brasil é uma potência na marcha atlética.

– Anotem: daqui a pouco vai começar a polêmica sobre o desempenho do esporte brasileiro na era Bolsonaro e na era Lula.

– E o que é feito de Carlos Nuzman, ex-todo poderoso do COB? Está preso? Com tornozeleira eletrônica? Foi incógnito para Paris?

Autor

ond@web

Repórter especial

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