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Coluna do Nenê

Opinião Imersa no ambiente recessivo, pressionada pelo aperto fiscal e outras medidas governamentais que incentivam o baixo ritmo da atividade econômica, como cortes de …

Opinião

Imersa no ambiente recessivo, pressionada pelo aperto fiscal e outras medidas governamentais que incentivam o baixo ritmo da atividade econômica, como cortes de gastos e redução de investimentos, a indústria da mobilidade aplicou os remédios conhecidos para reduzir a produção para um mercado não comprador e guiado pela incerteza e pelo pessimismo.

Infelizmente os remédios são amargos. Parece que estamos pouco a pouco entrando em um círculo vicioso de más notícias, geradas pela queda da atividade que leva à redução de postos de trabalho e de consumo, e esta, por sua vez, diminui a atividade.

De fato, um diagnóstico rápido da crise econômica brasileira atual aponta para a desaceleração, uma vez que o equilíbrio tênue de nossas contas externas e as medidas para garantir o fluxo de recursos financeiros diante da crise de liquidez deixam pouco espaço para manobras da equipe econômica.O BB prevê que a taxa Selic chegue até o fim de 2016 em 16%.

Porém, o que se impõe como alternativa de uma recessão anunciada desde 1982 pela estagnação da produção industrial, certamente não é a continuidade da política de austeridade com aumento de impostos e de juros, desemprego e inflação. Antes é preciso deter o processo recessivo.É hora de abrir as portas para o crescimento.

Isso passa por ações pragmáticas como o ajustamento que geraria condições para a recuperação interna com planejamento de médio e longo prazo, juros menores, retorno de investimento, geração de postos de trabalho e do consumo, com inflação sob controle.Temos que enxergar isso de qualquer maneira!

Assim como se enxergou na crise de 1929, agora também precisamos de soluções positivas para a recuperação econômica, as quais não estão no alcance das empresas, mas podem ser desenvolvidas no bojo de políticas industriais de fomento da atividade produtiva, do emprego e da renda.

Com essas soluções restauraríamos a confiança e o otimismo do mercado, fermento para o desenvolvimento econômico de qualquer país. O papel do setor público deve ser o de garantir investimentos, remanejando gastos em custeio e subsídios, com foco na redução dos déficits orçamentários.Assim como se enxergou na crise de 1929, agora também precisamos de soluções positivas para a recuperação econômica, as quais não estão no alcance das empresas, mas podem ser desenvolvidas no bojo de políticas industriais de fomento da atividade produtiva, do emprego e da renda.

O Governo criou o consumo,incentivou,cometeu atos gravíssimos de que tudo estava bem e que éramos o país mais próspero do mundo,desenvolvido.Nós como participantes e cúmplices desse modelo caótico estamos sendo penalizados de uma forma brutal e sem dó.

Os grandes conglomerados que são sempre os mesmos estão agora pedindo moratória,com endividamentos monstruosos e agora a culpa é dos pequemos e médios que não tem mais crédito,que os Bancos estão punindo e arrochando.Esses pequenos e médios são os que fazem a produção,que trabalham com o suor e com a vida.

Convivemos com uma imensa capacidade ociosa que poderia ser explorada com a intensificação dos esforços de substituição de importações e de acordos bilaterais. Em resumo, é preciso que o governo atue. O Brasil não pode parar.É hora da revolução dos que trabalham.

FEBRAVAR

O aplicativo da 3ª edição da Febravar, Feira Brasileira do Varejo, está disponível na Play Store e na Apple Store para download. O app oferece informações sobre os expositores da Feira, acesso a programação completa com horários e detalhes das palestras, mesas-redondas e painéis. Além disso, apresenta o mapa do local, informações gerais sobre o evento e possibilita o acompanhamento instantâneo de tudo que é postado na página da Feira no Facebook.

A 3ª Febravar foi uma promoção do Sindilojas Porto Alegre e aconteceu de 8 a 10 de julho, no Centro de Eventos do BarraShoppingSul, em Porto Alegre.

LIKES

Há alguns dias, o portal G1 publicou uma matéria sobre um jovem do DF que trabalha em sua própria casa como “vendedor de likes” (veja aqui). Basicamente o “serviço” foi criado para tornar pessoas e marcas mais famosas na web. O gênero deste “case de empreendedorismo”, entretanto, é bastante polêmico e controverso.

Se por um lado as principais redes sociais exigem formalmente que os usuários concordem em não vender, transferir ou ceder a sua conta e nem coletar conteúdos ou acessar a plataforma por meio de bots de coleta ou robôs, por outro, os profissionais de social media mais sérios e comprometidos com o real engajamento do cliente também repudiam a ideia.

RÁDIO

Uma pesquisa realizada pelo Ibope Media, entre janeiro e março deste ano, revelou que o alcance do rádio (quantidade de pessoas que foram expostas ao meio) nas 13 principais regiões metropolitanas do País atingiu quase 52 milhões de brasileiros – total maior do que a população de países como Espanha, Coreia do Sul, Argentina ou Canadá.

A análise feita a partir da pesquisa regular de rádio mostra também que o pico de audiência do rádio ocorre entre 10h e 11h e alcança 64% das pessoas nestas praças, o que equivale a 37 milhões de pessoas.

MITOS

Ter um bom relacionamento com os clientes é fundamental para o sucesso de uma marca. Com o “boom” das redes sociais que vivemos hoje, os consumidores estão cada vez mais propensos a expressar suas opiniões sobre uma determinada marca ou produto, que irão viralizar esta mensagem a potenciais clientes. Se essas pessoas não forem bem atendidas, vão se transformar em detratores da marca (conhecidos como “haters”), criando testemunhos negativos e causando grandes prejuízos.

Ao analisarmos o mercado e o comportamento dos consumidores, observamos por meio de pesquisas que a maioria dos consumidores consideram as redes sociais como sendo o meio mais eficiente de atendimento. 64% deles reclamam em plataformas sociais após serem mal atendidos pelo SAC tradicional e elegem o Facebook como a plataforma de propagação de sua mensagem.

LOGOTIPOS

Muitos artistas da atualidade acabam por comercializar seus trabalhos. Alguns deles, inclusive, vendem sua arte às marcas e produtos. Romero Britto que o diga.

Se você acha isso uma péssima ideia, tente imaginar como seriam os logos de grandes empresas se pintores consagrados da história aplicassem seus traços neles? O designer gráfico italiano, Francesco Vittorioso, não só imaginou como resolveu recriar alguns logotipos nessa mistura de arte e publicidade.

Dessa forma, Apple, Google e Pepsi foram algumas das marcas que tiveram seus símbolos redefinidos de acordo com as características de renomados artistas como Picasso, Mondirian e Magritte.

BMA

A exuberância do verão que brota à flor da pele está muito bem retratada no trabalho concebido pela BMA Comunicação e Marketing, de Novo Hamburgo/RS, para o Verão 2016 da calçadista Guilhermina.  O luxo, design e qualidade são características intrínsecas dos calçados da marca que atua no mercado nacional e internacional desde 2009. E estes atributos dos produtos deságuam no catálogo conceito criado pela agência. Com aspectos minimalistas, e aproveitando um viés mais “cool”, a peça propõe o cotidiano da mulher sofisticada e moderna através da linha de produtos requintada da grife.  Com a direção de criação de Mariana Horner e Luiz Roberto Bianchi, o material contou com cliques do fotógrafo Rodrigo Fanti, do estúdio RP2.

SPR DIGITAL

Um projeto proposto pela SPR Digital como uma oportunidade para movimentar as redes sociais da marca e engajar o maior número de fãs e interações possível. Assim é o Hug, serviço da unidade Digital da SPR que produz conteúdo autoral para plataformas digitais unindo estratégia, criação e performance a fim de tornar marcas relevantes para a vida dos consumidores. Na experiência com o Laboratório IBASA, marca gaúcha de medicamentos, tratamentos e produtos estéticos veterinários, a interação com o público no Facebook deu tão certo que identificou, inclusive, a oportunidade e a relevância da criação de um e-commerce para os produtos da marca, que acaba de ser lançado.

EMPRESA

Medo, insegurança e comodismo também são alguns dos principais fatores que fazem com que as pessoas não arrisquem um salto para um plano mais audacioso ou para conquistar um novo cargo dentro da organização ao qual faz parte. Além disso, saber se relacionar e controlar emoções são dois ingredientes fundamentais, principalmente para quem quer vencer. Enquanto assistia ao MasterChef, o  especialista em gestão de pessoas, palestrante e escritor Alexandre Slivnik  pode notar que os competidores que não usam essas habilidades para obter bom desempenho nas provas, não conquistavam o resultado almejado.  ”  Além das muitas – e deliciosas receitas preparadas, o programa mostra como todos esses  ingredientes  saltam facilmente da bancada da cozinha para as empresas”, afirma o especialista em seu artigo “Da cozinha para a empresa”.

RACISMO

Quando falamos sobre redes sociais, é impossível não pensar em como elas mudaram significativamente a relação do público com a informação.  Com a possibilidade de interagir com a notícia, compartilhando opiniões de forma imediata através de comentários, por exemplo, o leitor deixar de ser apenas um consumidor para se tornar parte ativa na comunicação social.

Essa interação é importante para democratizar a mídia, sem dúvidas, mas o que podemos perceber nos últimos tempos é que discursos de ódio tem se proliferado na internet. Sempre que algum tema “polêmico” entra em pauta, não é difícil se deparar com comentários carregados de preconceito.

Essa semana, tivemos mais um episódio que mostrou como esses discursos são cada vez mais comuns. Na última quinta-feira (2), a página do Jornal Nacional, da Rede Globo, publicou um post no Facebook com uma imagem da jornalista Maria Julia Coutinho, falando sobre a previsão do tempo. Durante esta madrugada, a publicação foi alvo de diversos comentários racistas direcionados à profissional.

SORRIA!

No cenário moderno do ambiente de trabalho, os profissionais precisam buscar constantemente formas para se aprimorar. Muitos acreditam que basta uma educação formal em uma boa faculdade para se destacar no meio empresarial. Porém, para crescer e gerar novas oportunidades é preciso arriscar.

Com as empresas não é diferente. Para que um empreendimento se torne líder de mercado é preciso ter um diferencial, que pode surgir do desconhecido, do risco, da tentativa, que gera falhas essenciais e também sucesso. Mesmo com o mercado aquecido e receptivo às novas ideias, muitas empresas insistem em considerar apenas o que é seguro: a simples possibilidade de perder tempo e dinheiro apostando em uma ideia que nem sempre pode dar certo faz com que organizações se fechem para inovações.

COMPETENCE 1

Para comemorar mais um ano da Cassol, a Competence desenvolveu uma nova campanha que mostra, além da comemoração, os preços especiais para esta data. Com o conceito “Aniversário Cassol. Uma verdadeira festa de ofertas e preços baixos”, as peças trazem uma família humanizada e apresenta o “C” da Cassol como um presente. Com tom festivo, alegre e comemorativo, a campanha conta com anúncios, PDV, materiais para web, spot e filme, e veiculará no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

COMPETENCE 2

A revitalização do Cais Mauá, em Porto Alegre, entrou em uma nova etapa com a entrega do Estudo de Impacto Ambiental para a prefeitura da capital gaúcha pela Cais Mauá do Brasil, empresa responsável pelo empreendimento. Para marcar esse momento, a Competence desenvolveu uma ativação simultânea através de anúncios em jornais, ações de assessoria de imprensa e lançamento do novo site do projeto.

A ação aconteceu no dia 2 de julho, com veiculação de anúncio em jornais . Na mesma data, foi publicado o novo site, que destaca notícias e novidades sobre o empreendimento, de forma que toda a comunidade tenha acesso ao real andamento do projeto. As páginas, que podem ser acessadas no endereço www.vivacaismaua.com.br.

GLOBAL

Com quase 20 anos de experiência no mercado de propaganda, Letícia Peroni chega trazendo todo o conhecimento de comunicação offline e online que adquiriu participando da construção de marcas como Lojas Colombo, Shopping Iguatemi, Olympikus, Converse, Agiplan e Youcom. Com passagem pelas agências Escala, DCS e Bonaparte, ela conta com o título de Profissional de Atendimento do Ano de 2013 no Salão da Propaganda da ARP, sendo novamente indicada em 2014.

“Promover um ambiente de integração total entre as áreas, onde prevaleçam as boas ideias”. Esse é o desafio que Letícia assumiu quando chegou na Global, o que só comprova sua total sintonia com o que a gente mais acredita: soma de talentos!

PERCEPÇÃO

A segunda edição da pesquisa exclusiva “O Consumo Consciente no Brasil”, conduzida pela Shopper Experience, mostra que 97% dos brasileiros creditam ao consumidor a responsabilidade por práticas associadas ao tema. Em 2014, esse índice era de 64%.  A pesquisa conta, ainda, com um ranking das marcas que, na percepção do consumidor, melhor representam o consumo consciente – seja pelo processo de produção, seja pela condução dos negócios e relacionamento com os clientes. Nestlé, Coca-Cola, Ypê, Natura, Electrolux, Samsung, Volkswagen, Walmart, Hering, Pão de Açúcar, Ultrafarma, McDonald´s, Leroy Merlin, Americanas e TAM ocupam as primeiras posições do ranking segmentado.

RETENÇÃO

“As empresas existem para criar e preservar seus clientes, e não para criar produtos, como muita gente imagina. Os produtos são efêmeros, os clientes não”.

A frase acima é do executivo Don Peppers, sócio fundador do Peppers & Rogers Group, uma das mais renomadas empresas de consultoria em gestão do mundo, com foco na experiência do consumidor. Essa citação, quando associada à atual realidade de empresas que enfrentam o desafio do aumento da concorrência no mercado, aponta uma alteração necessária na forma de fazer negócios e crescer com a retenção de clientes.

A partir daí, podemos direcionar ações de marketing para incentivar os clientes a retornarem para novas compras ou conversões. Com isso, é possível tratar cada pessoa como se fosse única, usando mensagens personalizadas e automáticas, que podem ser disparadas no momento certo, conforme o comportamento do consumido.

E-COMMERCE

Momento conturbado no país, aumento da taxa de desemprego, os bancos negando crédito, indústria automobilística dando férias coletivas, enfim, temos um cenário avassalador e a preocupação está em forma de ruga na testa de todos.

A pergunta é: Como o comércio eletrônico que sempre cresceu mais de dois dígitos se comporta nesse momento? A resposta é: Vai bem, obrigada!

Vemos os fundos que apoiam as grandes empresas nacionais colocando mais investimento (eles sabem que, na crise, quem tem dinheiro nada de braçada e enquanto alguns choram, outros aproveitam a oportunidade para vender lenços), até brigas insanas no ambiente online, vemos o quem perde mais reinando e muitos grandes varejistas começando ou voltando para os seus projetos e-commerce.

FACEBOOK

O Facebook divulgou recentemente ter atingido a incrível marca de 1,4 bilhão de usuários ativos, deixando para trás qualquer dúvida – se é que ainda existia alguma – com relação ao sucesso do seu principal produto. Esse número é ainda mais assustador se considerarmos que estamos falando de quase um quinto da população mundial, dos quais 64% que acessam a rede social diariamente. Por outro lado, se na sua frente voltada ao consumidor o Facebook apresenta sucesso e eficiência inquestionáveis, ainda não se pode dizer o mesmo sobre o principal produto que ele oferece para as empresas: publicidade paga.

Mas como uma rede social que agrega 20% da população mundial pode ter sua eficiência em publicidade questionada? Parece absurdo, mas a resposta está em uma única palavra: performance. Talvez um anunciante acostumado com a publicidade offline, desde o carro de som ao anúncio televisivo em horário nobre, veja na possibilidade de anunciar no Facebook e suas incontáveis opções de formatos e segmentações um oceano azul a ser explorado. E nessa perspectiva ele tem razão.

Por outro lado, o anunciante acostumado com a precisão do marketing digital, com o acompanhamento de métricas como ROI, custo por aquisição e taxa de conversão, com certeza ainda tem uma grande dúvida: afinal, o Facebook é apenas uma mídia social para ser usada como canal de contato com o consumidor e construção de marca, ou é também uma mídia de performance e resultados concretos? Mas a pergunta certa a se fazer é: o Facebook é uma mídia de performance para o meu negócio? Essa pergunta só será respondida na prática.

RECORD

A agência de publicidade nova/sb não atende mais à conta da Rede Record. A decisão foi tomada em comum acordo no término do contrato. A nova/sb atendia a conta desde 2011.

PROTETOR SOLAR

Depois das casas conectadas, mostramos recentemente que o Google está trabalhando em um projeto de tecido inteligente que terá recursos integrados à smartphones. A novidade agora é um biquíni que avisa quando é necessário passar protetor solar.

Diferente do Projeto Jacquard, a tecnologia desse produto não está exatamente no tecido, mas em um sensor que é colocado na peça. O dispostivo mede a incidência de raios UV e envia um alerta ao aplicativo instalado no smartphone do usuário, alertando sobre a necessidade de passar protetor solar novamente para evitar danos à pele.

ESTÓRIA

Para as pessoas da minha geração, que não compreendem realmente porque existe o Facebook? , whatsapp, etc …

Atualmente, estou tentando fazer amigos fora do Facebook enquanto utilizo os mesmos princípios. Portanto, todo dia eu ando pela rua e digo aos pedestres o que eu comi, como me sinto, o que fiz na noite anterior e o que farei amanhã. A seguir, eu lhes dou fotos de minha família, do meu cachorro e fotos minhas cuidando do jardim e passando o tempo na piscina. Também ouço as suas conversas e lhes digo que os amo. E isto funciona!… Eu já tenho 3 pessoas me seguindo: dois policiais e um psiquiatra!

TOTAL BRANDS 

A Substância, empresa gaúcha especializada na culinária saudável, completa 28 anos e está em momento de expansão no Brasil, crescendo em torno de 30% ao ano. A fim de intensificar o relacionamento com seus consumidores, a Substância contratou a 8 Total Brand para assumir suas redes sociais e traçar a estratégia online para a matriz e franqueados. “A Substância busca se reinventar todos os dias, crescendo de maneira acelerada. Agora está em pleno processo de expansão no Brasil. Vamos trabalhar para criar e alcançar objetivos juntos”, comenta Luciane Paim, diretora da 8 Total Brand.

SENAC

A cerimônia de abertura de evento Mesa ao Vivo Rio Grande do Sul acontecerá dia 20 deste mês, às 19h, na Faculdade Senac Poa – auditório -9 andar. Rua Coronel Genuíno ,130 Centro – Porto Alegre.

Autor

Nene Zimmermann

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