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Que sejamos todos bem representados

Por Grazi Araujo

Talvez este texto seja mais uma reflexão, alguns pensamentos altos transcritos em forma de frases e uma observação do movimento político de uma pessoa que cada dia mais gosta de entender sobre tal tema. Não tô aqui para falar de esquerda ou direita, dela ou dele, não me entendam mal. A intenção é realmente escrever para que possamos entender que para nós – “maioria” – sempre foi mais fácil escolher, votar e se enxergar no poder.

A democracia permite que possamos escolher nossos representantes, com a afinidade que nos for simpática, favorável, ideológica. São inúmeras as justificativas e razões para a escolha do voto. Política é algo para a sociedade evoluir, para aqueles que acreditam que a união de pessoas dispostas a contribuir com o todo não discrimina ou favorece, mas agrega. Só que sabemos que a realidade ainda não é bem assim, não sejamos tão hipócritas. Ainda há uma distância entre as diferenças, mesmo que durante a campanha isso não apareça. Existe o nós, o eles, os nossos, os deles. É natural, infelizmente.

O crescente número de jovens, de negros, de pessoas sem histórico familiar político é uma crescente, dado o resultado das urnas no último domingo. Analisar isso é observar os fatos. A democracia está cada vez mais democrática (!) e esse movimento deve ser acelerado nos próximos anos. Vimos partidos novos sendo criados, elegendo representantes em esferas nacionais, estaduais, municipais. Assistimos velhos partidos se dissolverem, outros roubarem a cena. Faz parte de todo o processo.

O que hoje temos é o fenômeno do pertencer, do se sentir parte, do co-criar. A participação da população no processo decisório da política é o que guia a democracia. Não nos atemos mais à propaganda política da TV, santinho ou bandeira na esquina. As redes sociais, os movimentos representativos, a união de pessoas que ainda não se viam representadas politicamente fez com que o cenário se tornasse o que estamos vivenciando agora. Há um movimento de ligação com partidos da “esquerda”, mas temos que pensar nas oportunidades que os de “direita” proporcionaram para agregar, até historicamente. Não seria muito melhor todos juntos, misturados, compartilhando conhecimento, experiência e ambições? Segregar pode involuir ao invés de fazer irmos além. A política deve ser feita por pessoas do bem, pelo bem de todos. Que nossos representantes – eleitos e reeleitos – tenham em comum a busca por fazer da cidade, do estado e do país, lugares melhores para pertencer e viver.

Autor

ond@web

Repórter especial

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