Cinco Perguntas

Cinco perguntas para Gabriel Sant’Ana Wainer

Profissional é jornalista e publicitário

1 – Quem é você, de onde vem e o que faz?

Me chamo Gabriel Sant’Ana Wainer, sou jornalista e publicitário. Sou de Porto Alegre, nasci praticamente dentro de uma redação porque são vários os jornalistas da minha família. Atualmente, divido meu tempo entre o microfone da Rádio Gaúcha, onde faço um comentário de manhã no ‘Gaúcha Hoje’ e apresento ‘Timeline’, além de ser colunista de GZH e Zero Hora.

Também participo de projetos digitais como o ‘Andei Pensando’, no canal de GZH no YouTube, e o ‘RivoNews’ e o ‘RivoTalks’, também no YouTube. Em todos os espaços busco aproximar informação e reflexão do público, sempre com bom humor.

2 – Por que optou pelo Jornalismo?

Não foi uma escolha de manual, pelo contrário. Sempre soube que queria fazer Jornalismo, mas achava que não seria bem pago. Resolvi fazer Publicidade e aí tive certeza que não seria bem pago, e aí, depois de formado, cursei Jornalismo. Sempre gostei de contar histórias, provocar reflexões e tensionar o debate.

Fui um adolescente esquisito, que chegava da escola e assistia a TV Senado, e não a ‘Sessão da Tarde’. O Jornalismo é, para mim, uma forma de estar presente nos acontecimentos do País, ajudando a contextualizar e a dar voz ao que importa, seja no rádio, no jornal ou nos novos formatos digitais.

3 – Em agosto você entrou para o time do ‘Timeline’ da Rádio Gaúcha. Como está sendo a experiência?

Tem sido intenso e muito enriquecedor. O ‘Timeline’ é um espaço com um alcance colossal, um programa que tem uma trajetória de mais de uma década de credibilidade e estar ao lado de comunicadores experientes como a Kelly Matos e o Paulo Germano me obriga a estar sempre afiado.

É diferente comentar Política e Economia sabendo que tem milhares de ouvintes em tempo real ouvindo o que a gente está falando. Dá um frio na barriga, mas agora é uma adrenalina boa que só o rádio proporciona. A repercussão tem sido muito bacana e todo o time do ‘Timeline’ me recebeu com muito afeto, sou muito grato pelo espaço e pela acolhida do time.

4 – Na sua opinião, quais são os principais desafios da profissão?

O maior é manter a independência crítica em um ambiente cada vez mais polarizado e cheio de pressões externas. E é importante ressaltar que independência crítica não significa imparcialidade, mas sim ter a coragem e o apoio institucional para que se diga tudo aquilo que se pensa com respeito e muita responsabilidade.

Nesse aspecto, outro desafio importante é o da velocidade, já que a notícia chega instantaneamente, mas a análise exige cuidado e contexto. O Jornalismo precisa encontrar o equilíbrio entre a agilidade e a profundidade, sem ceder às tentações de atalhos fáceis e educando a audiência sobre o que é fato, o que é análise e o que é opinião.

5 – Quais são os seus planos para os próximos cinco anos?

Consolidar meu espaço no rádio e no texto, expandir os projetos digitais que estou – e estamos – construindo e, principalmente, desenvolver iniciativas que unam Jornalismo, Tecnologia e novos formatos. Quero estar cada vez mais presente como mediador e participante de debates relevantes, sem perder de vista a minha verve crítica e a disposição para experimentar novas linguagens, partindo sempre do princípio de que informação de qualidade é aquela que o ouvinte entende, e não necessariamente a mais complexa ou profunda das explicações.

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