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Comunicação gaúcha perde o jornalista Fernando Souza Saes

Profissional foi enterrado ainda hoje, às 18h, no cemitério São Miguel e Almas

Faleceu nesta quinta-feira, 24, em Porto Alegre, o jornalista Fernando Souza Saes, conhecido no segmento como Diabão. A causa da morte ainda não foi revelada, no entanto, informações passadas para a reportagem de Coletiva.net dão conta de que ele se encontrava internado em situação grave. O profissional foi enterrado ainda hoje, às 18h, no cemitério São Miguel e Almas, na Capela M, (Avenida Professor Oscar Pereira, 400), na Capital.

O comunicador teve passagem na rádio Gaúcha, no Diário de Notícias e no Jornal DC, de Florianópolis, Santa Catarina. Também foi representante da rede Verde e Amarela, e dono do restaurante Costão do Santinho. Nas redes sociais, colegas da imprensa, bem como amigos próximos prestam homenagens ao jornalista. “Fernando Saes (Diabão), meu colega de rádio Gaúcha. Grande irmão. O dono do Costão do Santinho, me recebia como um rei. Boa viagem”, escreveu em seu Facebook o comunicador Marcus Antonio Froes.

A amiga Inara Claro também registrou solidariedade aos familiares e a lástima pela perda do profissional. “ Diabão era desses homens de pensamento livre e extremamente generoso. Morador do Santinho, em Santa Catarina, anualmente recebia um bando de amigos em seu bar, naquele marzão aberto maravilhoso e praticamente vazio. Que esteja em paz, levando sua alegria para outros planos e sendo muito bem recebido. Abração amigão e obrigada por tudo.” publicou a comunicadora.

“Fiquei sabendo há pouco da morte do Diabão, jornalista Fernando Saes, em Porto Alegre. Não conheço os detalhes. Trabalhei com ele em 1977 – quando voltei para o Brasil – em uma fantástica redação do Diário de Notícias liderada por ele.  Envelhecer é uma barra”, mencionou em sua rede social o jornalista Sérgio Saraiva.

Na mesma linha, o jornalista Mário Medaglia também registrou:  “Morreu o Diabão, que conheci no bar dele, no Costão do Santinho, quando aquela praia era maravilhosa e tinha mais gente como ele do que prédios”, publicou em lembrança.

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