Na última terça-feira, 3, ocorreu em São Paulo a entrega do ‘VIII Prêmio de Jornalismo em Seguros’, que busca reconhecer as reportagens que se destacaram pela relevância e capacidade de ampliar a compreensão sobre o setor. Na ocasião dois profissionais gaúchos se destacaram: Arthur Moraes, do SulSeguro, levou o primeiro lugar na categoria Seguros Gerais e também conquistou o prêmio máximo da noite, sendo eleito como Jornalista do Ano em Seguros, enquanto Fernanda Torres, do JRS, ficou em segundo lugar na modalidade Capitalização.
Na oitava edição, a premiação é uma realização da Escola de Negócios e Seguros (ENS), da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (FenaCap) e da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e premia trabalhos jornalísticos nas categorias: Allianz – Seguro Rural; Capemisa – Previdência e Vida; Mapfre – Sustentabilidade & Seguros; Seguros Unimed – Seguros Gerais; FenaCap – Capitalização; e Saúde Suplementar. O título de Tokio Marine – Jornalista do Ano em Seguros é concedido ao profissional que acumula a maior média final entre os vencedores das seis categorias do prêmio.
Reconhecimentos para o Rio Grande do Sul
Foi a reportagem ‘Quando o Seguro sobe o morro: a inovação humana que floresce nas favelas brasileiras’ que concedeu a Arthur a vitória em Seguros Gerais e no principal prêmio da noite. Na matéria, ele mergulha na realidade econômica das comunidades e apresenta dados do estudo ‘Um País Chamado Favela’, que revela a força econômica e o potencial de consumo desses locais. O objetivo foi mostrar a transformação do setor, que passa a abrir caminhos de proteção, inclusão e respeito.
Durante o discurso de agradecimento, ele destacou que a verdadeira Inovação pode nascer de uma mudança de perspectiva. “Quando o mercado de Seguros passa a enxergar a favela como potencial econômico e social, não está levando apenas proteção. Está levando dignidade, respeito e novas oportunidades”, pontuou.
Já Fernanda Torres, que conquistou o segundo lugar em Capitalização, é autora da reportagem ‘Cotidiano e Esperança: os caminhos de Diandra e Wesley nas Apaes gaúchas’. O trabalho abordou histórias reais ligadas ao impacto social da capitalização, contextualizando o papel da modalidade no planejamento financeiro e no apoio a iniciativas que impactam positivamente a sociedade.
Para a jornalista, ver o trabalho reconhecido na premiação é uma honra. “Divido este segundo lugar com a equipe do JRS, com a ApliCap, fonte parceira nesta trajetória, e, sobretudo, com Diandra e Wesley, cujas histórias reforçam que apurar com rigor e narrar com sensibilidade não é um detalhe, mas um compromisso. Que possamos continuar trabalhando com pautas sociais, como as das Apaes e de outras instituições, no mercado segurador“, afirma.

Fernanda Torres é jornalista do portal JRS. – Crédito: Fernanda Torres


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