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Pesquisa mostra força da Inteligência Artificial, com humano ainda no centro do Marketing

Estudo da Kantar aponta uso de assistentes de inteligência artificial nas decisões de compra

Pesquisa aborda sobre inteligência artificial e presença humana - Crédito: Reprodução

Uma nova pesquisa internacional da Kantar, Marketing Trends 2026, mostra que 74% dos usuários de assistentes de Inteligência Artificial (IA) buscam regularmente recomendações impulsionadas por IA para decisões de compra. No entanto, apesar do avanço tecnológico, os resultados também demonstraram que a presença humana, criatividade, empatia e construção de significado continuam sendo essenciais para as marcas que desejam se destacar em um cenário cada vez mais automatizado.

“Os consumidores utilizam ferramentas de IA para facilitar decisões, mas confiança, narrativa e contexto emocional ainda são atributos construídos por pessoas”, diz o especialista em Marketing e estratégia de Negócios Frederico Burlamaqui. O especialista ainda pontua que a IA pode ajudar a otimizar conteúdos e ampliar alcance, mas é a sensibilidade humana que garante que esses conteúdos ressoem de verdade com o público.

O relatório da Kantar apontou que a Generative Engine Optimisation (GEO), uma evolução do SEO voltada para ambientes de IA, poderá ser uma das principais frentes de investimento dos profissionais de Marketing neste ano. O especialistas acredita que a adoção de tecnologias como GEO ou sistemas de recomendação não dispensa o olhar humano estratégico. “A tecnologia só é útil quando alinhada a propósito de marca, relevância cultural e experiência autêntica”, comenta.

Além disso, o levantamento ‘Tendências de Marketing 2026’, da Conversion, apontou que 82,4% dos profissionais de Marketing já utilizam ferramentas de inteligência artificial em suas rotinas de trabalho. Segundo o estudo, a presença de marcas nos conjuntos de dados que alimentam os modelos de IA será tão importante quanto sua presença nas telas dos consumidores. “A tecnologia acelera processos, mas a interpretação e tradução desses sinais em estratégias que conectam culturas e histórias ainda depende de especialistas”, diz Frederico.

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