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Representantes da Melissa abordam ‘O Poder das Collabs’ no encerramento da Semana ARP

Último encontro com convidados e associados contou com a participação de Hillary Marniery e Luciana Timmen

Hillary Marniery é supervisora de Marca e Comunicação da Melissa e Luciana Timmen, coordenadora de Gestão de Negócios - Crédito: Coletiva.net

No encerramento da Semana ARP 2025, convidados e associados puderam aproveitar um almoço para assistir à palestra ‘O Poder das Collabs’, que trouxe como exemplo o case Melissa, marca da Grendene. A iniciativa, realizada no Leiteria 639, começou às 11h30 e teve como ministrantes a supervisora de Marca e Comunicação da Melissa, Hillary Marniery, e a coordenadora de Gestão de Negócios, Luciana Timmen. Elas abordaram as experiências de colaboração, os objetivos e também o futuro dessas ações.

Ao comentar sobre o início das collabs na Melissa nos anos 80, Hillary mencionou que a proposta possibilita o acesso a um produto de luxo para um público que não teria como comprar. Além disso, Luciana acrescentou que, entre os objetivos do negócio, estão o reforço da marca, a conversa com novos públicos, a possibilidade de estar em novos territórios e o acesso a novas marcas e distribuição. Para embasar as falas, foram apresentados exemplos de colaboração com Diesel, Fila e Vivienne Westwood.

Sobre o motivo de fazer collab ainda nos dias de hoje, alguns tópicos foram citados, como a mudança de comportamento do público. Nesse contexto, as parcerias tornam mais rápido e prático o acompanhamento de novas tendências. Além disso, permitem gerar conexão de outras formas, inclusive com produtos diferentes do que a Melissa oferece. Ainda, as palestrantes destacaram que, ademais dos negócios, as uniões com outras marcas atendem as necessidades dos consumidores. Um exemplo disso foi a collab com a O Boticário, que surgiu do interesse do público pela fragrância que a Melissa tem. Dessa forma, foram criados cosméticos que pudessem transmitir essa experiência.

Unindo forças e construindo o futuro 

“Uma colaboração entre duas marcas precisa refletir no DNA de ambos, porém não se deve esquecer que, ao estarem juntas, elas formam uma nova”, mencionou Hillary. Ao projetar os próximos cenários, a supervisora comentou sobre como as ações de marca podem ir além por meio dos ambientes virtuais, com conteúdos que não exibam apenas os produtos, mas também tragam informações. Além disso, é importante investir em abordagens que valorizem as comunidades, o pertencimento, a cultura do drop – lançamento de produtos de edição limitada – e as experiências híbridas.

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