Notícias

Homenagem à 13ª Bienal do Mercosul marca terceira fase do Novo Muro da Mauá

A convite do consórcio das empresas de mídia OOH Sinergy e HMídia, seis artistas plásticos ocupam 10 telas do espaço

Evento de Arte com impacto internacional, a 13ª Bienal do Mercosul teve início nesta quinta-feira, 15, em Porto Alegre, onde se estende até 20 de novembro. E para mostrar que a Capital recebe a exposição de braços abertos, o consórcio formado entre as empresas de mídia out of home (OOH) Sinergy e HMídia, responsáveis pelo Novo Muro da Mauá, convidou seis artistas plásticos para ocuparem 10 telas disponíveis na estrutura. Com duração de quatro meses, a homenagem faz parte da terceira fase do espaço.

Quem fez a curadoria desses convidados foi Jotapê Pax. Natural de Porto Alegre, o artista já representou o Brasil em festivais internacionais no Canadá, no Chile, nos Estados Unidos, na França e na Grécia. Além disso, atualmente integra a diretoria da Fundação Bienal do Mercosul. Enquanto alguns dos profissionais escolhidos pelo curador trazem suas criações impressas digitalmente, outros realizam as obras ao vivo diretamente no local.

No recorte proposto por Jotapê constam Luis Flávio Trampo, Otavio Fabro e Stang, cujas telas serão concluídas ao vivo no Muro, até este sábado, 17, com grafite, pintura e outras técnicas, de acordo com as condições climáticas. Além deles, compõem a seleção Bruno Schilling, Pedro Matsuo e Raphael de Luca, todos com telas prontas, que já foram instaladas.

Trauma, sonho e fuga

Vale ressaltar que, entre os seis participantes, o único que estará com obras na 13ª Bienal do Mercosul é Pedro Matsuo. Os demais são exclusivos para esta ação paralela, liderada pelo Novo Muro da Mauá. “Fazer essa curadoria foi um desafio, porque eu quis trazer artistas que conversassem com a temática da 13ª Bienal, que é trauma, sonho e fuga. E buscar, em cada um, elementos que falassem sobre esse tema tão forte”, explica Jotapê. 

De acordo com Rafaella Ferreira, diretora Cultural do consórcio Sinergy/HMídia, a iniciativa de “vestir” o Novo Muro da Mauá com artistas de fora do evento reforça “o quanto a arte é transformadora e está no DNA do projeto desde seu princípio”. “Nos sentimos parte da Bienal, já que existe essa intersecção entre o papel cultural do Muro e o papel arte-educador da Bienal”, complementa. Além disso, para Eduardo Ferreira, diretor da Sinergy, “a arte não tem fronteiras, tal como o Muro não limita a cidade”.

Ainda segundo o gestor, as paredes foram disponibilizadas para que mais artistas ocupem “esse espaço público e de engajamento emocional com a população da cidade”. Por sua vez, João Pedro Nunes da Silveira, diretor da HMídia, acredita que quem visitar as instalações da 13ª Bienal do Mercosul vai incluir, naturalmente, o trecho da Mauá em seu roteiro. “O Muro é um museu ao ar livre desde o ano passado, quando foi lançado. Ou seja, nada o impede de, agora, ser uma galeria de arte contemporânea”, aponta.

Compartilhar:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Relacionados

CADASTRE-SE
Captcha obrigatório
Seu e-mail foi cadastrado com sucesso!

Aviso: se você optou por parar de receber nossos e-mails e deseja voltar à nossa lista, ou está com dificuldades para se cadastrar, entre em contato com a Redação pelo formulário Fale Conosco e informe seu nome e o e-mail que deseja incluir.