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De forma leve e descontraída, ‘Zona Eleitoral’ tem bate-papo sobre eleições

Equipe do portal presenciou a gravação de um episódio do podcast comandado por Andressa Xavier, Dione Kuhn, Kelly Matos e Rosane de Oliveira

Conversar com candidatos ao Governo do Estado, ao Senado Federal e até à presidência da República, além de realizar análises sobre o cenário eleitoral de 2022, em um clima leve e descontraído: essa é a proposta do podcast ‘Zona Eleitoral’, do Grupo RBS. Comandado pelas jornalistas Andressa Xavier, Dione Kuhn, Kelly Matos e Rosane de Oliveira, até o momento da publicação desta matéria havia 26 episódios no ar. A equipe de reportagem de Coletiva.net esteve nos estúdios da Rádio Gaúcha para acompanhar uma entrevista e conhecer os bastidores de uma gravação.

Segundo Andressa, como as comunicadoras estão todos os dias falando de eleições e tratando do tema em diferentes veículos, o bate-papo flui de maneira tranquila. Apesar disso, em relação à preparação, relata que as entrevistas demandam um pouco mais de aprofundamento sobre cada nome. Algo que é percebido claramente desde os primeiros momentos de conversa, quando cada jornalista checa alguma ferramenta de anotações, seja computador, celular ou, até mesmo, o velho e bom bloco de papel e caneta.

Muito antes da gravação se iniciar, de acordo com Andressa, a premissa de ajudar o eleitor a conhecer os candidatos e também explicar em linguagem simples os principais temas em foco nessas eleições pautam a agenda de entrevista e análise dos cenários. Toda essa lógica de simplicidade é levada ao estúdio antes mesmo da filmagem começar de fato, enquanto o REC é apertado em meio a uma conversa descontraída com o candidato Ricardo Jobim, do partido Novo, sobre como se percebe pelas redes sociais que ele tem “uma família de comercial de margarina”.

Sem cortes

Especialmente por tratarem de um tema sensível, como são as eleições, o podcast acaba não passando por edição de conteúdo. “Nosso único recurso é de incluir trilha e efeitos, mas sem mexer nas entrevistas, por exemplo”, contou Andressa. Inclusive, um dos momentos mais emblemáticos, quando Jobim começa a chorar, ao ser questionado sobre sua família, pôde ser conferido na íntegra quando o programa foi ao ar.

Em tom amigável e se propondo a conhecer mais sobre os postulantes a cargos públicos, além de temáticas voltadas à Política, ainda houve questionamentos sobre gosto musical, literário e em relação a séries e filmes, por exemplo –  inclusive, com pedidos para que Jobim cantasse um trecho de sua música favorita. Apesar de declinar à proposta, pediu para que dessem “um play” em Herdeiro da Pampa Pobre, do Engenheiros do Hawaii. Na sala, além da equipe do portal, das jornalistas e do candidato, também estavam um técnico operacional, responsável pela gravação, um repórter do Grupo, responsável por gravar vídeos e fotografar, e uma assessora de imprensa de Jobim.

Conversa amistosa

Conforme Andressa, até o momento, não houve episódios de desconforto com os candidatos. “Tivemos ótimas conversas, sem as amarras de tempo cronometrado e podendo ouvir as propostas e histórias de cada um de forma mais leve do que as entrevistas formais no rádio, por exemplo”, salientou.

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