Mario de Almeida

… e começam os pesadelos. Mandei para o Vieira da Cunha uma frase que escrevi no pasquim da minha Aldeia
Avenida Calógeras, esquina Presidente Wilson, centro do Rio: Casa Villarino. Uma placa no interior do bar, de 1953 – ano
Aos leitores, perdão. Nada mais injusto que fazê-los vítimas de minha provecta idade. Desmemória e pé-na-cova andam juntos, ainda que
Os menos jovens lembram-se do Henrique de Souza Filho, o Henfil, que, entre muitos personagens de suas charges, celebrizou-se pela
Aveline, grande companheiro, amigo leal, se não te tratarem bempara onde foste, detona logo uma greve.M.A. “O Estado de S.
Descobri no teatroo meu único temae no camaleãocavalgo o  meu poema. Manoel Carlos Primavera de 1952. Tarde belíssima, São Paulo,
Minha penúltima coluna contou um pouquinho do cidadão e do publicitário Carlos Maia de Souza, o Carlito Maia. Estava decidido
No Palácio do Exército, antiga sede do Ministério do Exército, no Rio, o então Coronel Fiúza de Castro, chefe da
Copacabana, sábado à tarde, verão de 1967.Lara, a companheira gaúcha, e eu oferecemos uma feijoada para Lu e João Carlos
Millôr Fernandes, quando Vão Gogo mantinha na revista semanal "O Cruzeiro" (1925/1975) a seção Pif-Paf, na qual seu humor, assim
Eu estava trabalhando, em 1991, no livro "Antonio"s, caleidoscópio de um bar" e queria utilizar uma crônica do Paulo Mendes
1o Brasil as coisas acontecem, mas depois, com um simples desmentido, deixam de acontecer.                      
Minha última crônica foi uma pequena oferenda a Paschoal Carlos Magno, em  meio às comemorações do centenário do seu nascimento.

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