Mario de Almeida

Como todos os vivos, cumpri aniversário.Minha amiga, designer Renata Rubim, mandou-me de Portinho uma gentileza ímpar: criou um marcador de
Certas crônicas que eu escrevo são remuneradas pelos leitores com uma folga para o cronista. É o caso, hoje. Antonio
Escrevi que mulher e eu fomos ver o Abu, no Centro Cultural Telemar, Flamengo, Rio. Em 1957, chegando a Porto
"Onde não há jardim, as flores nascem de um secreto investimento em formas improváveis".(Carlos Drummond de Andrade) O brasileiro virou
Cansei. Quero mesada.(Eliziário Goulart Rocha) Face ao escândalo do "mensalão", Eliziário esperneia aqui em Coletiva.net pelo seu direito de participar
… Uma flor nasceu na rua!Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego.Uma flor ainda desbotadailude a polícia,
Estou às voltas com muitos compromissos e prazos, trabalhei no feriado, sábado e domingo, e quando ia escrever esta crônica
Quadrilha João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém.
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O episódio proibindo a venda do último livro de Fernando Moraes remeteu o País aos métodos das últimas ditaduras, a
     Se a rosa não se chamasse rosa, seria ela, porventura, menos perfumosa? (Julieta)      Palavras, palavras, palavras…  (Hamlet)     &nbsp
Há 10 anos escrevi "História do Comércio no Brasil – Iluminando a Memória", três mil exemplares de uma edição de
Fevereiro de 1969, fazendo a barba antes de ir para a Standard Propaganda, Rio, dei-me conta que eu estava fadado,

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