Licença a Zuenir Vantura, o autor de “1968 – o ano que não terminou”, e ao Financial Times, pela nova hierarquia de prioridades em seus temas que moldaram o ano passado.
O WikiLeaks – O anteriormente obscuro geek de computador que se transformou em motivo de irritação para os poderosos. Julien Assenge virou de ponta cabeça a diplomacia e o jornalismo. Os vazamentos começaram modestos, e depois viraram uma enxurrada.
China versus EUA – Em 2010, a China superou o Japão como a segunda potência industrial e em breve será a maior produtora de bens do planeta. Os Estados Unidos suplicam pela valorização do yuan, a moeda chinesa, e encontram ouvidos tapados. Na reunião do G20, as propostas americanas foram barradas para muralha chinesa.
Os banqueiros não entenderam – Que suas dívidas transformaram-se em “dívida soberana”, dívida do país.
A morte dos jornais – A tecnologia continuou a modelar a indústria da mídia. O crescimento explosivo do Facebock e do Twitter afetou a tiragem dos jornais. Mas tudo não é tão dramático assim. O “Evening Standard” passou o ser distribuído gratuitamente, criando nova sinergia. Mas o mais importante foi a chegada do iPad, um fator revolucionário para os jornais.

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