Colunas

Desconstruindo o comunismo

“Não é válido para Cuba”. O Brasil aderiu com entusiasmo ao bloqueio continental contra a pequena ilha de Cuba. Hoje estão longe os períodos …

“Não é válido para Cuba”. O Brasil aderiu com entusiasmo ao bloqueio continental contra a pequena ilha de Cuba. Hoje estão longe os períodos em que o guerrilheiro heróico, Fidel Castro, roubava a cena das conferências internacionais. O auge da medicina cubana também passou.

Hoje fala-se na existência de cerca de 500 mil a 600 mil desempregados das estatais. Um em cada oito. As demissões serão decididas por uma comissão tripartite.

Raul Castro está disposto a que pequenas lojas abram. Fala-se que a abertura de Cuba propiciará novos negócios, mas o grande negócio são as cooperativas, que serão incentivadas. A indústria açucareira e áreas como agricultura, construção, saúde pública e turismo também, embora em menor conta, receberão incentivos.

O governo cubano anunciou no início desta semana que vai demitir 500 mil trabalhadores das estatais até março de 2011, ou 12,5% da força de trabalho do país comunista. Mais de um milhão ainda continuarão, embora considerados “excedentes” na burocracia do país. Estes, está certo, serão demitidos numa segunda etapa.

O fato é que a ilha está hoje estrangulada, procurando saídas como o cooperativismo. Esta forma de associação, registre-se, mantém uma linha de acordo com o conceito de solidariedade.

Autor

Iara rech

Compartilhar:

*As discussões estão sujeitas à moderação. Antes de comentar, leia nossa Política Editorial

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Relacionados

CADASTRE-SE
Captcha obrigatório
Seu e-mail foi cadastrado com sucesso!

Aviso: se você optou por parar de receber nossos e-mails e deseja voltar à nossa lista, ou está com dificuldades para se cadastrar, entre em contato com a Redação pelo formulário Fale Conosco e informe seu nome e o e-mail que deseja incluir.