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Empregabilidade é o foco da diretoria acadêmica da ARI

Comandada por Leandro Olegário e Paula Porcello, área lançará edital para receber propostas de cursos e capacitações

No evento de divulgação dos vencedores do ‘Prêmio ARI/Banrisul de Jornalismo’, a Associação Riograndense de Imprensa fez um anúncio. O responsável pela diretoria acadêmica da entidade, Leandro Olegário, contou ao público que a entidade lançará um edital para receber propostas de cursos e capacitações voltados ao público universitário. Coletiva.net conversou com o profissional, que esclareceu o principal foco da novidade: aumentar a empregabilidade dos estudantes.

Conforme o dirigente, ao lado da jornalista Paula Porcello no comando da iniciativa, o desejo de colocar em prática o projeto existe desde a sua chegada na ARI. O objetivo é fazer um intercâmbio com os profissionais, pois entendem que essa conexão entre associados, o mercado profissional e a academia é fundamental . “É importante que a entidade tenha esse protagonismo também no processo de aperfeiçoamento dos futuros profissionais”, argumentou. Olegário disse também que proporcionar essa novidade ajuda a associação a se aproximar de alunos que queiram conhecer, participar, ser sócio e se envolver com a organização. 

Como vai funcionar?

O link com o edital está disponível no site da ARI e os interessados em oferecer cursos e capacitações poderão inscrever as propostas até 20 de fevereiro. Em 3 de março serão divulgadas as aprovadas e, a partir de então, um calendário para o primeiro semestre de 2023 será definido. A ideia é que na segunda metade do ano um novo edital seja lançado, para conhecer novas propostas ou mesmo renovar as que deram certo. 

Para que sejam dinâmicos, os cursos deverão ter de três a 12 horas de duração e abranger questões de habilidades e competências para formação dos estudantes. “A ideia não é competir ou rivalizar com as instituições de ensino superior, mas ocupar um espaço para trocas com profissionais de mercado, com trajetória consolidada no campo da Comunicação”, salientou Olegário, enfatizando que as propostas não precisam ser assinadas apenas por jornalistas, mas por todos da indústria criativa que queiram colaborar com a ampliação do processo formativo dos alunos.

Essas capacitações poderão ser gratuitas, mas as que tiverem algum custo, a ARI deverá receber uma taxa administrativa no que diz respeito à divulgação e emissão de certificados. “Aliás, esse é um ponto importante, pois todos os cursos renderão certificados, que valerão horas complementares aos universitários”, esclareceu o dirigente. Conforme ele, o que será levado em consideração nas propostas serão os benefícios aos integrantes da entidade. “E os proponentes que forem associados à ARI também terão uma pontuação diferenciada na avaliação”, completou.

Outro aspecto ressaltado por Olegário é que as qualificações poderão ser nas modalidades presencial ou on-line, pois querem proporcionar formações também para estudantes do Interior, bem como contar com proponentes de fora do Estado. 

 

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