O ano de 2026 começa quente no mundo. E não estou falando em temperaturas, até porque no Hemisfério Norte é inverno. Mas falo em relações entre países e guerras, algo que, nos dias atuais, por mais distante que esteja ocorrendo o conflito, deve preocupar a todos.
Num rápido balanço, já tivemos a invasão das Venezuela pelos Estados Unidos, com a deposição e prisão do então presidente Nicolás Maduro, segue a guerra da Rússia com a Croácia, com novos bombardeios.
E agora o presidente Donald Trump ameaça anexar a Groelândia, o que o coloca em lado oposto a seus históricos aliados da Otan, o presidente Russo, Vladimir Putin, comemora, pois tantos os EUA quanto os países do Tratado do Atlântico Norte são defensores da Croácia.
Espera-se que isso não seja uma constante em 2026. Que o entendimento, ou busca dele, predomine entre as diferentes nações. Como, ainda que com limitações, ocorreu no acordo entre o Mercosul e a União Europeia.

