img src=”fotos/coluna_clo3_15_04.jpg” align=”right” border=”1″> Hoje, teremos uma experiência e tanto. Não temos tema de casa. O que faz um workaholic parar?
Não dá. A gente fica nervoso só com o andar lento do trem. Uma vez o trem estragou no meio do nada em um nada, que é óbvio, eu nunca havia visto. Foi na Europa, em algum lugar entre uma cidade e outra. Confesso que nunca imaginei aquela paisagem para aquele espaço geográfico denominado Europa.
Parece ficção. Não é mentira, não. Posso mostrar até uma foto. Um trecho entre Paris e Madrid, os meus únicos destinos.
E estávamos ali. Naquele lugar estranho, em silêncio, mais ouvindo que falando. De passagem. Ali, eu era uma workaholic em estado de espera estacionada, quieta e palpitante. Contei os minutos, desci do trem, caminhei por ele. Lembrava o filme “A insustentável leveza do ser”, belo, suspenso e virtual.
Interleitores, eu não esqueci de vocês. Ligados na gente, o pessoal da Vetor mandou os cds! Beleza. Vamos lembrar do assunto: os caras levaram uma menção honrosa pela produção de mais de 60 capas de CD, aqui em Porto Alegre.
Segue uma mostra para vocês.

