José Antônio M. de Oliveira

Retornei mais uma vez à tenda do Fanor, ainda tentando saber mais sobre o intrigante caminhante da lua nova. Tentei
O oceano era de cor-de-chumbo e as grandes ondas explodiam nas rochas, espalhando chuvas de espuma. As muralhas estão cobertas
Depois de dez anos viajando para lugares prováveis e outros improváveis, aprendi que o que vale é trazer na bagagem
Com toda a certeza, os executivos da NW Ayer haviam sido instruídos para tratar bem os publicitários da América Latina
Quando um navio da Navegação Dodero atracava em Porto Alegre, com porões abarrotados de trigo da Argentina, os escritórios de
A frase não é exatamente esta, mas chega perto. O original em inglês diz: “Tudo o que realmente vale a
Um dos grandes prazeres do viajante – talvez o maior deles – é entender a alma das cidades que visita.
Quando Humphrey Bogart, o cigarro no canto da boca, esvaziava seu .38 de cano curto no bandido de chapéu preto,
Nos tempos em que eu passava mais tempo voando do que em terra firme, quando o livro terminava, era preciso
Mal havia acomodado meus joelhos contra o encosto da poltrona da frente, quando a aeromoça, com sorriso plastificado, oferece balas
As reuniões das segundas-feiras no Bar Lilliput começaram a ficar cada vez mais espaçadas e, quando aconteciam, em nada sugeriam
Saiu esta semana no "The New York Times": "DETROIT —  A marca Pontiac, símbolo de apogeu e promessa para um
Ao ver passar o conversível vermelho com uma loura faiscante ao volante, os adolescentes ao meu lado não se contiveram

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