Mario de Almeida

Quase sempre escrevo a crônica para Coletiva até terça ou quarta-feira. Semana passada, outros afazeres me liberaram apenas na sexta-feira.
Quiseram os fados que esse título – Afinal, Ovalle! –, que é o primeiro e único título desta crônica que
            Mas Chica da Silva             Tinha outros pretendentes       &n
Quando eu morrer não quero nem choro nem vela, Somente uma fita amarela, gravada com o nome dela.(Noel Rosa) Abro
Hora de ter saudadeGuilherme de Almeida Houve aquele tempo…                 (E agora, que a chuva chora,ouve aquele tempo!) Mario Q
Usar algumas palavras que ainda não tenham idioma. Manoel de Barros No ano anterior ao centenário do gaúcho Mario Quintana,
Enquanto a divisão cultural da Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro anunciava homenagem aos 100 anos do
"… Pela turma da Biblioteca (adoradores da estátua de Minerva), no inverno de 1948.… Pelo verso "a sombra projetada na
Quando eu supunha que – afinal – iria resignar-me com os 76, os 77 arrombaram a porta. Não há mais
Escrevi aqui uma crônica sobre o publicitário João Carlos Magaldi a quem Manoel Carlos me apresentou em 1964. Fomos mais
Paradoxo: na quinta, 26 de junho, só consegui dormir depois das três horas e acordei antes das seis, no momento
Estou trabalhando duro no meu próximo livro: "Aberto para Balanço", o quarto em vôo solo. Em Porto Alegre, julho de
"… Pero antes facemos unha paradinha no restaurante Antonio´s que fundou e animou en 1967 en Rio de Janeiro na

AS + LIDAS

CADASTRE-SE
Captcha obrigatório
Seu e-mail foi cadastrado com sucesso!

Aviso: se você optou por parar de receber nossos e-mails e deseja voltar à nossa lista, ou está com dificuldades para se cadastrar, entre em contato com a Redação pelo formulário Fale Conosco e informe seu nome e o e-mail que deseja incluir.