A música do saxofonista James Grandson e da dupla Zé Martins e Dão Real, do Grupo Unamérica, deu o tom da noite desta quarta-feira, 5, no Salão Nobre da Associação Riograndense de Imprensa (ARI), onde a ‘Medalha Alberto André’ foi entregue a 11 jornalistas. Com auditório lotado por jornalistas, amigos e familiares dos agraciados, a noite foi encerrada em clima de confraternização. O prêmio, batizado com o nome do histórico presidente que esteve à frente da entidade por 34 anos, desde 2022 é entregue em 7 de abril, Dia do Jornalista. Porém, neste ano, em decorrência do feriado, a cerimônia foi realizada dois dias antes.
Antes da entrega, o presidente da entidade, José Nunes, saudou os presentes e homenageou os medalhados. Ele ainda anunciou o lançamento, que acontecerá em breve, da Galeria dos Jornalistas, onde serão destacados os profissionais de imprensa que mais venceram o ‘Prêmio ARI/Banrisul de Jornalismo‘, no mesmo espaço da Galeria dos Notáveis, que lembra empresários do Jornalismo gaúcho.
Também foi convidada a se manifestar a secretária de Comunicação Social do Estado, Tânia Moreira. “Quando a ARI presta uma homenagem como essa, ela também destaca o Jornalismo profissional, feito com seriedade”, disse. A jornalista ainda ressaltou que iniciativas como essa auxiliam no combate às fake news. “Hoje, vocês são mais do que a notícia, são um exemplo para a imprensa gaúcha”, discursou em tom de agradecimento aos profissionais contemplados.
Com o chamamento realizado em ordem alfabética, Antônio Carlos Macedo foi o primeiro a receber a premiação dada pelas mãos do presidente do Conselho Deliberativo da ARI, Batista Filho. Na sequência, receberam a medalha Francisco Alves, Hilda Haubert, José Antonio Vieira da Cunha, Julieta Margarida Amaral, Júlio César de Magalhães, Katia Marko, Magda Rodrigues da Cunha, Mario Alberto de Paula Gusmão, Patricia Knebel e Taline Oppitz.
No encerramento, Batista discursou aos presentes. “Este é um momento importante, significativo. Mas, antes de tudo, um reconhecimento ao talento, à vontade e, principalmente, à coragem de optar por aquilo que achamos importante e que escolhemos como profissão para o resto da vida”, pontuou. Ele ainda destacou que foi um encontro “da confraternização e do afeto”.

