Maristela Bairros

A imprensa é má. Se assim não fosse, não teria feito chorar uma ingênua menina que foi flagrada sem calcinha.
Dia cheio, este, em que viramos notícia nacional pela proeza e audácia dos sujeitos que andavam querendo reinaugurar, quem sabe,
Está muito divertida a entrevista das páginas iniciais da Isto É com o gaúcho Sérgio Nogueira, um especialista no uso
Quem, como eu, viveu mais tempo na “cozinha” de jornais e rádios, não pode deixar de assinalar a experiência que
Falava, ainda há pouco, com Pedro, um jovem estagiário da área de marketing e publicidade, sobre as necessidades do processo
Na verdade, o título desta conversa deveria fazer uma ironiazinha com os tempos modernos: deveria ser tempos "mudernos", assim, como
Houve um tempo em que os jornais destinavam amplos espaços para as editorias de cultura (ou variedades). Era a época
“Daniel começou a chorar compulsivamente e foi retirado da sala de audiência juntamente com seu irmão Cristian.” Compulsivamente. O adjetivo,
A notícia do site do Terra, esta semana, em meio a todo o frenesi das passarelas em São Paulo, dava
Essa, provavelmente, será a crônica mais breve das que já escrevi. Estou num cybercafé porque foi daqueles dias com máquinas.
Bom exercício, o de olhar televisão tirando o som do aparelho. Em especial nos jogos de futebol. Mais especial, ainda,
Há algum tempo, recebi um texto solicitado a uma candidata a estágio em jornalismo. A menina tinha (e tem) o
Superioridade malemolente. Velha epifania. Representação icônica. Bolha de irrealidade. Mulatas sestrosas. Espasmos ansiosos. Espasmos hiperbólicos de paixão e ódio. Circo

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