Uma das tradições mais antigas no mundo do crime cada vez mais ganha aliados com o avanço tecnológico. Sim, afinal, se as inovações nos facilitam a vida, nos causando conforto, também podem ser traiçoeiras quando usadas por mal-intencionados. No caso, os estelionatários ou, no popular, 171.
São muitas as variações, o que mostra que a criatividade dos golpistas parece ser ilimitada. Já ficaram para trás golpes como o do falso sequestro, por exemplo. Hoje, a Inteligência Artificial, capaz de simular as vozes de pessoas em ligações telefônicas, por exemplo, possibilita a criação de uma nova gama de fraudes.
Sem contar a lista de golpes aplicados com o uso de telefone, emails ou WhatsApp por falsos bancários, falsos advogados, entre outras tantas farsas para subtrair dinheiro ou bens das vítimas.
Mas há os tipos antigos, que dispensam o uso de tecnologia, lançando mão de uma boa lábia. Um exemplo é o aplicado pelos chamados “Don Juans”, que utilizam a sedução e juras de amor para obterem seus intentos.
Penso que, por mais alertas que sejam feitos, é muito difícil frear os golpistas e os golpes. Tanto que ainda há uma enormidade de falsários raiz aplicando golpes como o do falso bilhete da loteria, o do cheque no pé, entre outros, e se dando bem.

