José Antônio M. de Oliveira

Aquela foi a primeira vez que visitei Gramado, levado pelas mãos generosas do casal Carlos e Olga Reverbel. Era um

Quando eu era criança, raios, tempestades e trovoadas não eram vozes da Natureza, mas alertas de perigo, tragédia ou coisa

Naqueles dias, disputas de terras não eram resolvidas em rodas de chimarrão ou nas bodegas de estrada. Era coisa muito

“O que eu sou hoje é apenas a soma do que fui, um sobrevivente de mim mesmo”. (Bernardo Soares).

  Qual era mesmo o nome dele? Tinha o nome de um dos profetas dos tempos bíblicos. Lembro que ele

Nas conversas no bolicho do galego Joaquim e nas rodas de fogo do Passo Grande assunto era o que nunca

Alguns escritores nos deixaram comoventes relatos de como ver um livro publicado pode compensar amplamente a dureza e as penas

Não se tem notícias que o escritor francês Marcel Proust e o arquiteto catalão Antoni Gaudi tenham se encontrado, embora

“Da velha chácara triste, Não existe mais a casa Mas o menino ainda resiste”. Manuel Bandeira. Quando fez 60 anos,

Nas conversas no bolicho do galego António e nas rodas de fogo do Passo Grande assunto era o que não

Por José Antônio Moraes de Oliveira
Por José Antônio Moraes de Oliveira
Por José Antônio Moraes de Oliveira

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