Mario de Almeida

Com essa frase que hoje é o título, o meu amigo Rodrigo de Sá Menezes espalhou pela Internet minha última
Porto Alegre, uma tarde de 1963. Estava eu chefe de redação da Última Hora gaúcha e colunista de “Sem Censura”.
“Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão.” Eça de Queirós citado por Roberto DaMatta
Irônico, mordaz, cínico, sarcástico, galhofeiro e até cruel… Pode ser que eu seja um bocadinho disso tudo, mas as pessoas
Mario,                              Te amo cada vez mais.
Passei a última semana num tiroteio de exames pedidos pelo meu cardiologista – Cláudio Munhoz – e em tratamento de
Joca — Dois anos em Brasília…Manuel — E poderiam ser 100, Joca…J — Como assim, Manuel?M — Ninguém imagina o
Na introdução do meu Almanaque do Camaleão, escrevi: “Para este livro selecionei poucas crônicas que, iguais a beija-flor, saltitam a
“A caatinga estendia-se de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas” (Graciliano Ramos, em Vidas Secas)   Jaén
Segunda-feira, setembro de 1968. Chego cedo, como sempre, para trabalhar na Standard Propaganda, e a telefonista me avisa que o
Provérbios Y Cantares Canto XXIX Caminhante, são os teus vestígios O caminho, e nada mais: Caminhante, não há caminho, Se
Neste ano do centenário de nascimento de Jorge Amado, no qual a sua história de “Gabriela Cravo e Canela” volta
"Palavras, palavras, palavras…" Shakespeare Mario de Almeida* Outro dia expliquei para uma estudante amiga que o vocábulo "equívoco", se usado

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